A logística típica envolve hospedar-se em pousadas pantaneiras estruturadas ou em cidades de apoio (como Miranda, a 207 km de Campo Grande, ou Cáceres, a 218 km de Cuiabá) e fazer saídas de campo guiadas.
- Cavalgadas pantaneiras: São consideradas o principal atrativo do Pantanal. Os cavalos pantaneiros adaptados cruzam áreas de campo e trechos com água onde veículos não chegam. O passeio permite acompanhar a rotina dos peões, a condução de boiadas em comitiva e o manejo do gado.
- Safári fotográfico: Feito em veículos adaptados para circular pelos campos abertos e capões de mata, focado em localizar mamíferos e répteis da fauna pantaneira (que reúne cerca de 80 espécies de mamíferos e 50 de répteis, além de 650 espécies de aves).
- Passeio de barco ao pôr do sol: Atividade comum no início da estadia para reconhecimento dos canais, navegação lenta e visualização de aves ribeirinhas e jacarés no fim de tarde.
- Vivência em fazendas sustentáveis: Parada para conhecer o cotidiano das propriedades rurais, as técnicas de manejo sustentável aplicadas à pecuária local e a culinária típica das comitivas.
- Pesca esportiva: Praticada nos rios do Mato Grosso do Sul, onde vivem mais de 250 espécies de peixes como pacus e dourados (o Pantanal tem cerca de 230 a 250 espécies catalogadas). Fique atento ao calendário: entre dezembro e fevereiro vigora o período de piracema, quando a pesca fica proibida por lei.