Melhor época para visitar
A visita ao Parque Estadual Encontro das Águas depende diretamente do regime das águas no Pantanal. Se o objetivo for ver animais, a viagem precisa ser planejada para o período de estiagem:
- Seca (julho a outubro): É a melhor época para a viagem. Com o nível dos rios mais baixo e margens expostas, a visualização da fauna fica muito mais fácil.
- Cheia (novembro a março): As águas sobem e cobrem grande parte das áreas baixas, o que dispersa os animais e dificulta os deslocamentos e avistamentos de barco.
O que fazer no parque
Criado em 2004 para proteger os recursos naturais e a fauna da região, o parque cobre 108.960 hectares no coração do Pantanal mato-grossense. A unidade é reconhecida mundialmente por ser o principal polo de observação de onças-pintadas em vida livre.
A atividade central é:
- Passeios de barco pelos rios: A observação da fauna nativa é feita a partir da água, navegando pelas margens fluviais para avistar onças-pintadas e outros animais nativos em seu habitat. Os acessos fluviais partem principalmente da região de Porto Jofre.
Custos de entrada e passeios
O custo médio dos ingressos e passeios para o parque varia entre R$ 150 e R$ 300 por pessoa. O acesso à área protegida e a navegação nos rios costumam ser operados por agências autorizadas, que realizam as saídas de barco.
Como chegar e logística
O parque fica no estado de Mato Grosso, delimitado entre os municípios de Poconé e Barão de Melgaço, a cerca de 145 km de Cuiabá.
- Ponto de chegada: O Aeroporto de Várzea Grande, colado à capital Cuiabá, é a principal porta de entrada aérea para quem vem de outros estados.
- Trajeto terrestre: O deslocamento rodoviário parte de Poconé em direção a Porto Jofre pela rodovia MT-060, trecho conhecido como Rodovia Transpantaneira. São cerca de 147 km de estrada de terra cruzando a planície até a margem dos rios de acesso ao parque.
- Acesso final: Por ser uma área cortada por rios e sem estradas internas para circulação turística de veículos comuns, a entrada se dá por via fluvial por meio de operadoras e agências credenciadas.
Contexto geográfico
O parque abrange cerca de 108 mil hectares inseridos na depressão geológica da bacia do Alto Paraguai, uma planície pantaneira com cerca de 180.000 km² de extensão — sendo 80% do território localizado no Brasil, 15% na Bolívia e 5% no Paraguai.