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Parque Estadual Encontro das Aguas

Parque Estadual Encontro das Aguas

Localizado no Pantanal de Mato Grosso, o parque abrange quase 109 mil hectares voltados à observação de onças-pintadas em vida livre. Os passeios de barco partem da região de Porto Jofre, com a estiagem de julho a outubro facilitando a visualização da fauna.

Paisagem natural no Parque Estadual Encontro das Águas
Adrisub · CC BY-SA 4.0

Sobre Parque Estadual Encontro das Aguas

Melhor época para visitar

A visita ao Parque Estadual Encontro das Águas depende diretamente do regime das águas no Pantanal. Se o objetivo for ver animais, a viagem precisa ser planejada para o período de estiagem:

  • Seca (julho a outubro): É a melhor época para a viagem. Com o nível dos rios mais baixo e margens expostas, a visualização da fauna fica muito mais fácil.
  • Cheia (novembro a março): As águas sobem e cobrem grande parte das áreas baixas, o que dispersa os animais e dificulta os deslocamentos e avistamentos de barco.

O que fazer no parque

Criado em 2004 para proteger os recursos naturais e a fauna da região, o parque cobre 108.960 hectares no coração do Pantanal mato-grossense. A unidade é reconhecida mundialmente por ser o principal polo de observação de onças-pintadas em vida livre.

A atividade central é:

  • Passeios de barco pelos rios: A observação da fauna nativa é feita a partir da água, navegando pelas margens fluviais para avistar onças-pintadas e outros animais nativos em seu habitat. Os acessos fluviais partem principalmente da região de Porto Jofre.

Custos de entrada e passeios

O custo médio dos ingressos e passeios para o parque varia entre R$ 150 e R$ 300 por pessoa. O acesso à área protegida e a navegação nos rios costumam ser operados por agências autorizadas, que realizam as saídas de barco.

Como chegar e logística

O parque fica no estado de Mato Grosso, delimitado entre os municípios de Poconé e Barão de Melgaço, a cerca de 145 km de Cuiabá.

  • Ponto de chegada: O Aeroporto de Várzea Grande, colado à capital Cuiabá, é a principal porta de entrada aérea para quem vem de outros estados.
  • Trajeto terrestre: O deslocamento rodoviário parte de Poconé em direção a Porto Jofre pela rodovia MT-060, trecho conhecido como Rodovia Transpantaneira. São cerca de 147 km de estrada de terra cruzando a planície até a margem dos rios de acesso ao parque.
  • Acesso final: Por ser uma área cortada por rios e sem estradas internas para circulação turística de veículos comuns, a entrada se dá por via fluvial por meio de operadoras e agências credenciadas.

Contexto geográfico

O parque abrange cerca de 108 mil hectares inseridos na depressão geológica da bacia do Alto Paraguai, uma planície pantaneira com cerca de 180.000 km² de extensão — sendo 80% do território localizado no Brasil, 15% na Bolívia e 5% no Paraguai.

Outros lugares em Pantanal

Cada um com página própria, com o que esperar e de onde veio a informação.

  • 01

    Parque Estadual do do Rio Negro Pantanal

    Localizada na Nhecolândia entre Aquidauana e Corumbá, a reserva protege onças-pintadas, jacarés e ninhais de aves no brejo do Rio Negro. De julho a outubro, o período de seca facilita o trânsito por terra e a concentração de animais ao redor das lagoas restantes.

  • 02

    Rio Aquidauana

    Nascido na Serra de Maracaju, o Rio Aquidauana corta o município de mesmo nome e funciona como porta de entrada para o Pantanal. Suas águas mansas formam praias de água doce a cerca de duas horas de carro de Campo Grande pela rodovia BR-262.

  • 03

    Forte Coimbra

    Localizado em Corumbá, o Forte de Coimbra tem entrada gratuita e visitas guiadas por sua estrutura histórica de 250 anos. O acesso ao complexo militar exige trajeto de lancha a partir de Porto Morrinho ou três horas por estrada de terra com trechos alagados.

  • 04

    Rio Negro

    Afluente do Rio Paraguai no Mato Grosso do Sul, o Rio Negro banha áreas preservadas entre Aquidauana e Corumbá. O destino reúne passeios de barco por lagoas, safáris fotográficos e pesca esportiva, exigindo veículo 4x4 nas estradas de terra.

  • 05

    Rio Miranda

    O Rio Miranda serve como referência de acesso ao Pantanal Sul a cerca de 200 km de Campo Grande por via asfaltada. A região concentra opções de pesca esportiva e passeios de ecoturismo em fazendas, com safáris, trilhas e observação de fauna pantaneira.

  • 06

    Rio Cuiaba

    Com acesso a 120 km de Cuiabá pela MT-040 e Transpantaneira, o Rio Cuiabá é um dos principais eixos fluviais do Pantanal Norte. A estação seca entre abril e outubro traz águas baixas com temperaturas de 24 a 29°C, favoráveis à pesca esportiva e safáris.

  • 07

    Rio Paraguai

    Com embarques concentrados em Corumbá, o Rio Paraguai dita o regime de cheias do Pantanal e tem navegação calma. As opções de trajeto pelo leito incluem desde cruzeiros fluviais de cinco a sete dias até viagens em barcos de carga rumo à Serra do Amolar.

  • 08

    Serra do Amolar

    Formação rochosa de 80 km em Corumbá, a Serra do Amolar tem acesso fluvial pelo Rio Paraguai. O período indicado para visitas vai de abril a outubro, durante a época de seca. A reserva reúne trilhas e áreas de preservação geridas pelo Instituto Homem Pantaneiro.

  • 09

    Parque Nacional do Matogrossense Pantanal

    Com acesso restrito e foco em preservação ambiental, a unidade exige autorizações excepcionais para visita. O trajeto até a sede combina o percurso pela Rodovia Transpantaneira até Porto Jofre com cerca de quatro horas de navegação pelo Rio Cuiabá.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual é a melhor época para visitar o parque?

O período mais indicado para a visita é durante a seca, entre os meses de julho e outubro. De novembro a março ocorre a época de cheia no Pantanal.

Como funciona o deslocamento até o parque?

Para quem chega de avião, o aeroporto mais próximo é o de Várzea Grande, ao lado de Cuiabá. De Poconé até a região de Porto Jofre, que dá acesso ao parque, são percorridos cerca de 147 km pela rodovia MT-060 (Transpantaneira).

Quanto custa e como é feita a visitação no parque?

O custo médio dos ingressos e passeios fica entre R$ 150 e R$ 300 por pessoa. A visitação ocorre principalmente por meio de agências autorizadas em passeios de barco pelos rios, com foco na observação de onças-pintadas em vida livre.

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