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Museu de História do Pantanal

Museu de História do Pantanal

Instalado em um casarão histórico no Porto Geral, o MUHPAN aborda a ocupação humana e os costumes pantaneiros. O local abre apenas de segunda a sexta-feira, com pausa para almoço, e fica a apenas 2 km do Aeroporto Internacional de Corumbá.

Fachada do Museu de História do Pantanal em Corumbá
Guilhermepantanal · CC BY-SA 4.0

Sobre Museu de História do Pantanal

Vale a pena colocar no roteiro?

O Museu de História do Pantanal (também conhecido pela sigla MUHPAN) vale a parada se você busca entender a ocupação humana e os costumes locais antes ou depois de entrar no bioma. A visita é rápida e descomplicada, combinando uma narrativa poética e prática sobre a formação da sociedade pantaneira, seus hábitos e sua história.

Inaugurado em 2008 e administrado pelo Instituto Homem Pantaneiro (IHP), o espaço funciona dentro de um casarão histórico preservado. Com nota média de 4,6 em mais de 300 avaliações registradas, ele cumpre bem o papel de introdução cultural sem tomar horas do seu dia.

Atenção aos horários: o maior tropeço de planejamento

O detalhe mais importante antes de ir até lá é a grade de funcionamento. Se você costuma reservar museus para o fim de semana, vai dar de cara na porta. O atendimento acontece exclusivamente em dias úteis, com intervalo para o almoço:

  • Segunda a sexta-feira: das 07h30 às 11h30 e das 13h às 16h30
  • Sábados, domingos e feriados: fechado

Como o expediente da tarde encerra cedo, às 16h30, o ideal é encaixar a visita no início da manhã ou logo após as 13h, liberando o restante do dia para caminhar pela orla do rio.

Localização e logística

O museu fica na Rua Manoel Cavassa, nº 275, região do Porto Geral (área central tombada pelo patrimônio histórico). A logística para quem desembarca na cidade é simples:

  • Distância do aeroporto: fica a apenas 2 km do Aeroporto Internacional de Corumbá, trajeto curto feito em poucos minutos de carro ou táxi.
  • Acesso rodoviário: para quem se desloca pelo estado, a passagem de ônibus a partir de Miranda até o terminal rodoviário local custa a partir de R$ 114,00.
  • Contato: dúvidas sobre visitas podem ser checadas pelo telefone (67) 3907-5690.

Outros lugares em Corumbá

Cada um com página própria, com o que esperar e de onde veio a informação.

  • 01

    Gruta Ricardo Franco

    Localizada junto ao Forte Coimbra, a Gruta Ricardo Franco exige reserva prévia e toma um dia inteiro de passeio. O acesso envolve barco a partir de Porto Morrinho, trecho de ônibus e caminhada curta, além de descida guiada com capacetes e apoio militar.

  • 02

    Mercado Municipal de Corumba

    Inaugurado em 1963 na Rua 13 de Junho, o prédio modernista assinado por José Sebastião Candia teve as atividades encerradas nos anos 90. Sem comércio interno no momento, o local rende uma observação rápida da fachada durante uma caminhada pelo centro de Corumbá.

  • 03

    Parque Natural Municipal de Piraputangas

    Localizada em Maria Coelho, a reserva no Pantanal abriga trilhas supervisionadas e 94 espécies catalogadas. A visitação depende de agendamento prévio junto aos órgãos ambientais do município. O espaço fica a 42 km do centro histórico de Corumbá.

  • 04

    Serra do Urucum

    Com 1.065 metros de altitude em meio à planície pantaneira, o Maciço do Urucum abriga jazidas de minério e uma rampa de voo livre. Por estar em área de mineração particular, a subida exige autorização prévia de clube de voo para quem busca saltar.

  • 05

    Parque Nacional do Pantanal Matogrossense

    Com acesso a partir de Corumbá apenas por via fluvial, a reserva exige navegar 230 km de barco pelo rio Paraguai. Criada em 1981 com entrada gratuita, a área soma 135.606 hectares e concentra a visitação durante a estiagem, período que vai de maio a setembro.

  • 06

    Forte Junqueira

    Erguido em 1871 na margem do rio Paraguai, o Forte Junqueira preserva canhões e muralhas com 3 metros de espessura. Localizado no bairro Maria Leite, o local abre diariamente até as 17h e serve de mirante para a calha do rio e o pôr do sol pantaneiro.

  • 07

    Serra do Amolar

    A Serra do Amolar é uma área remota de 300 mil hectares na fronteira com a Bolívia, acessível por cinco horas de barco a motor a partir de Corumbá. Com serras de 80 km e grandes lagoas, a região não possui estradas e abriga animais como antas e onças-pintadas.

  • 08

    Forte de Coimbra

    Erguida em 1775 na margem do rio Paraguai, a fortificação militar fica próxima à fronteira com a Bolívia. O passeio saindo de Corumbá dura o dia todo e combina trajetos de carro e barco. O acesso exige agendamento prévio e a entrada no local é gratuita.

  • 09

    Rio Paraguai

    O Rio Paraguai concentra passeios de barco voltados à observação de fauna e funciona como rota até a Serra do Amolar. Junto à orla de Corumbá, quiosques margeiam o movimento fluvial, enquanto a região do Paraguai-Mirim reúne águas cristalinas para banho e pesca.

Dúvidas

Perguntas frequentes

A visita ao museu toma muito tempo?

A visita ao museu é rápida e serve para conhecer a história e os costumes pantaneiros por uma narrativa prática e poética. Você consegue encaixar o passeio com facilidade na programação, lembrando que o atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 11h30 e das 13h às 16h30.

Dá para visitar o museu no fim de semana?

Não, o atendimento ao público ocorre exclusivamente de segunda a sexta-feira. Os horários são divididos em dois turnos ao longo do dia, funcionando das 07h30 às 11h30 e depois das 13h às 16h30.

É fácil chegar ao museu a partir do aeroporto?

Sim, o deslocamento é bem curto, pois o Aeroporto Internacional de Corumbá fica a apenas 2 km de distância do museu. O espaço está instalado em um casarão histórico na Rua Manoel Cavassa, na região do Porto Geral.

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