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Gruta Ricardo Franco

Gruta Ricardo Franco

Localizada junto ao Forte Coimbra, a Gruta Ricardo Franco exige reserva prévia e toma um dia inteiro de passeio. O acesso envolve barco a partir de Porto Morrinho, trecho de ônibus e caminhada curta, além de descida guiada com capacetes e apoio militar.

Sobre Gruta Ricardo Franco

A visita à Gruta Ricardo Franco não é o tipo de passeio para decidir de última hora. Embora a principal atividade turística em Corumbá seja a pesca desportiva, quem busca esse atrativo natural precisa entender que a caverna fica atrelada à estrutura do Forte Coimbra e exige planejamento prévio rigoroso. A entrada nem sempre está liberada ao público porque a operação depende de uma estrutura de apoio específica, que inclui geradores, ônibus e uma ambulância de prontidão no local. Por conta disso, reservar com antecedência não é apenas recomendável, é fundamental.

Como funciona o trajeto até a gruta

Conhecer o local consome um dia inteiro de roteiro. A logística envolve etapas bem definidas:

  • Barco de acesso: o ponto de partida na água é Porto Morrinho, de onde saem as embarcações rumo à área militar do Forte Coimbra.
  • Trecho de ônibus: ao desembarcar na base, o deslocamento até o início do caminho da caverna é feito em um ônibus disponibilizado pela administração local.
  • Trilha a pé: o percurso a pé até a boca da gruta é rápido e tem subidas e descidas sem grandes dificuldades técnicas, mas o incômodo com mosquitos é constante.

A experiência no interior e a visita ao Forte Coimbra

Chegando à entrada da caverna, os visitantes recebem capacetes para proteção. A descida e a circulação interna acontecem obrigatoriamente com acompanhamento: um guia e soldados armados com lanternas conduzem o grupo pela escuridão.

A visitação à gruta é combinada com o tour pelo próprio Forte Coimbra, que tem entrada gratuita e é guiada. Para quem passa o dia todo na região, a alimentação no local é bastante acessível: o almoço no forte custa R$ 15, mas exige reserva antecipada junto com o restante do passeio. Se a intenção for sair do circuito tradicional de pesca e explorar formações rochosas históricas no Pantanal, o passeio compensa o deslocamento longo, desde que todo o agendamento militar esteja confirmado antes de pegar a estrada até o porto.

Outros lugares em Corumbá

Cada um com página própria, com o que esperar e de onde veio a informação.

  • 01

    Mercado Municipal de Corumba

    Inaugurado em 1963 na Rua 13 de Junho, o prédio modernista assinado por José Sebastião Candia teve as atividades encerradas nos anos 90. Sem comércio interno no momento, o local rende uma observação rápida da fachada durante uma caminhada pelo centro de Corumbá.

  • 02

    Parque Natural Municipal de Piraputangas

    Localizada em Maria Coelho, a reserva no Pantanal abriga trilhas supervisionadas e 94 espécies catalogadas. A visitação depende de agendamento prévio junto aos órgãos ambientais do município. O espaço fica a 42 km do centro histórico de Corumbá.

  • 03

    Museu de História do Pantanal

    Instalado em um casarão histórico no Porto Geral, o MUHPAN aborda a ocupação humana e os costumes pantaneiros. O local abre apenas de segunda a sexta-feira, com pausa para almoço, e fica a apenas 2 km do Aeroporto Internacional de Corumbá.

  • 04

    Serra do Urucum

    Com 1.065 metros de altitude em meio à planície pantaneira, o Maciço do Urucum abriga jazidas de minério e uma rampa de voo livre. Por estar em área de mineração particular, a subida exige autorização prévia de clube de voo para quem busca saltar.

  • 05

    Parque Nacional do Pantanal Matogrossense

    Com acesso a partir de Corumbá apenas por via fluvial, a reserva exige navegar 230 km de barco pelo rio Paraguai. Criada em 1981 com entrada gratuita, a área soma 135.606 hectares e concentra a visitação durante a estiagem, período que vai de maio a setembro.

  • 06

    Forte Junqueira

    Erguido em 1871 na margem do rio Paraguai, o Forte Junqueira preserva canhões e muralhas com 3 metros de espessura. Localizado no bairro Maria Leite, o local abre diariamente até as 17h e serve de mirante para a calha do rio e o pôr do sol pantaneiro.

  • 07

    Serra do Amolar

    A Serra do Amolar é uma área remota de 300 mil hectares na fronteira com a Bolívia, acessível por cinco horas de barco a motor a partir de Corumbá. Com serras de 80 km e grandes lagoas, a região não possui estradas e abriga animais como antas e onças-pintadas.

  • 08

    Forte de Coimbra

    Erguida em 1775 na margem do rio Paraguai, a fortificação militar fica próxima à fronteira com a Bolívia. O passeio saindo de Corumbá dura o dia todo e combina trajetos de carro e barco. O acesso exige agendamento prévio e a entrada no local é gratuita.

  • 09

    Rio Paraguai

    O Rio Paraguai concentra passeios de barco voltados à observação de fauna e funciona como rota até a Serra do Amolar. Junto à orla de Corumbá, quiosques margeiam o movimento fluvial, enquanto a região do Paraguai-Mirim reúne águas cristalinas para banho e pesca.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Precisa agendar a visita com antecedência?

Sim, é fundamental reservar o passeio previamente, pois o acesso à gruta nem sempre está liberado. A visita depende de uma estrutura montada no local, que inclui transporte de ônibus, geradores e uma ambulância de prontidão.

A trilha é difícil e precisa levar equipamento próprio?

A caminhada até a gruta é rápida e tem subidas e descidas sem maiores dificuldades, sendo os mosquitos o principal incômodo. Não é necessário levar itens de exploração, pois capacetes são fornecidos na entrada e o grupo segue acompanhado por guia e soldados com lanternas.

Quanto tempo dura a visitação e como é o deslocamento?

O passeio integrado ao Forte Coimbra e à gruta é um tour de dia inteiro. O trajeto de barco até a região sai de Porto Morrinho e, ao chegar ao forte, os visitantes pegam um ônibus até o início da trilha.

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Procedência

Revisado em 21 de setembro de 2026. Cada informação desta página tem origem declarada e data.

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