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O que fazer

O que fazer em Londres

Londres reúne museus públicos gratuitos, fortalezas medievais e marcos da realeza como o Palácio de Buckingham e a Abadia de Westminster. Às margens do Tâmisa, a cidade combina construções históricas, pontes e mercados tradicionais com parques urbanos.

  • Revisado editorialmente
  • 10 lugares selecionados
  • 5 min de leitura
Vista da Tower Bridge sobre o Rio Tâmisa em Londres
digital341 · Pixabay Content License

O capítulo

Planejar o roteiro em Londres exige escolhas bem calculadas: a cidade reúne desde fortalezas medievais e museus gigantescos com entrada franca até ícones modernos às margens do rio. Para quem organiza a viagem, o tempo de estadia sugerido para explorar os principais bairros, museus e parques é de uma semana — lembrando que brasileiros têm direito a até 180 dias de permanência como turistas sem necessidade de visto.

Museus com entrada gratuita e acervos históricos

Uma das maiores vantagens da cidade para o orçamento é que os museus públicos são espetaculares e gratuitos.

  • Museu Britânico: Um dos museus mais antigos e mais visitados do planeta, concentrando milênios de história mundial em galerias vastas.
  • Biblioteca Britânica: Ponto fundamental para quem se interessa por documentos históricos originais. O acervo guarda uma cópia da Carta Magna, a Bíblia de Gutenberg e manuscritos de nomes como Leonardo da Vinci e Sigmund Freud.

Marcos históricos e poder real

A história britânica se divide entre catedrais, fortalezas medievais e palácios que ainda funcionam para cerimônias de Estado.

  • Torre de Londres: Atualmente a atração turística mais popular da cidade. A fundação remonta ao século XI com a construção da Torre Branca por ordem do rei Guilherme, o Conquistador.
  • Abadia de Westminster: Construída no século XI, é o templo mais antigo e famoso da capital. A igreja anglicana sedia casamentos, funerais e todas as cerimônias de coroação dos monarcas britânicos.
  • Palácio de Westminster e Big Ben: O edifício em estilo gótico vitoriano abriga as câmaras do parlamento britânico e tem origens que remontam ao século XI. Sua torre, a Elizabeth Tower, foi erguida em 1859 e abriga o famoso sino Big Ben, de 13,7 toneladas.
  • Palácio de Buckingham: Com mais de 700 quartos, o palácio realiza a cerimônia da Troca da Guarda toda semana, aberta ao público e gratuita. Os Salões de Estado abrem para visitação durante 10 semanas no verão inglês (com datas como de 11 de julho a 29 de setembro) e em períodos específicos no resto do ano.
  • St. James's Palace: Construído por volta de 1500, compõe o circuito histórico da realeza a passos de Buckingham.
  • Catedral de São Paulo: Obra-prima reconstruída pelo arquiteto Sir Christopher Wren após o Grande Incêndio de Londres. Subir até a sua cúpula garante uma vista panorâmica de toda a região central.
  • Churchill War Rooms: Instalações subterrâneas preservadas exatamente como operavam durante a Segunda Guerra Mundial, servindo de quartel-general para o gabinete de Winston Churchill.

Vistas panorâmicas, pontes e o Tâmisa

O Rio Tâmisa corta grande parte dos cartões-postais da cidade e pode ser percorrido a pé ou de barco.

  • London Eye: Construída no ano 2000 para marcar a virada do milênio, a estrutura tem 135 metros de altura e cada volta completa leva cerca de 30 minutos. Existem combos promocionais, como a opção que inclui o Madame Tussauds (dando até 90 dias após o horário marcado na roda-gigante para visitar o museu de cera) e o combo com o ônibus turístico Big Bus por £60.
  • Tower Bridge: Erguida entre 1886 e 1894, a ponte levadiça se destaca pelas torres gêmeas de 65 metros de altura sobre o rio.
  • Cruzeiro pelo Rio Tâmisa: Os passeios de barco conectam a margem de Westminster até a Tower Bridge ou o bairro de Greenwich, permitindo ver os edifícios históricos de um ângulo desimpedido.

Mercados de rua, compras e vida urbana

Os bairros londrinos funcionam quase como cidades independentes, com identidades visuais e ritmos próprios.

  • Borough Market: Situado na margem sul do Tâmisa, é o mercado de hortifrúti mais antigo da cidade, com mil anos de história e dezenas de bancas de produtores e comida de rua.
  • Camden Town: Bairro célebre pela atmosfera alternativa, vida noturna agitada, feiras e sua ligação histórica com a cantora Amy Winehouse.
  • Covent Garden: Polo vibrante de entretenimento, edifícios históricos, lojas, bares e restaurantes.
  • Piccadilly Circus: Ponto de encontro tradicional no centro da vida noturna, conhecido pelos luminosos e pelo cruzamento de vias movimentadas.
  • Hyde Park: Com mais de 140 hectares de extensão, é o maior parque da área central londrina, servindo de respiro verde em meio à dinâmica urbana.

Atrações temáticas e arredores

Para quem tem interesse em cultura pop, esportes ou bate-voltas curtos fora da região central:

  • Estúdios Harry Potter: Localizados a cerca de 30 km do centro londrino, as instalações da Warner Bros exibem os cenários, figurinos e adereços utilizados nas gravações dos filmes.
  • Abbey Road: Ponto de parada clássico para fotos na faixa de pedestres e em frente ao estúdio de gravação que marcou o álbum dos Beatles em 1969.
  • Estádios de Futebol: Clubes e arenas de renome como Wembley, Chelsea, Tottenham e Arsenal recebem o público para tours guiados pelos bastidores.
  • Castelo de Windsor: Localizado nos arredores da capital, tem mais de 900 anos de história e figura entre as residências oficiais favoritas da família real.

Lugares em Londres

  • 01

    Jardim Botanico de Kew

    Patrimônio da UNESCO no sudoeste de Londres, o Jardim Botânico de Kew reúne mais de 30.000 espécies em mais de 120 hectares. O local abriga estufas como a Palm House e a passarela Treetop Walkway, com circuito percorrido a pé ou pelo trem Kew Explorer.

  • 02

    Parque Greenwich

    Com entrada gratuita e 74 hectares de área verde, o Parque Greenwich reúne história marítima e astronomia no sudeste londrino. O local abriga o Royal Observatory e a Queen's House, situando-se a cerca de 20 minutos de deslocamento do centro de Londres.

  • 03

    Parque Richmond

    Situado na zona sul de Londres, o Richmond Park funciona como uma Reserva Natural Nacional de 955 hectares de extensão. O espaço conta com cerca de 600 veados que circulam soltos pelo terreno, além de reunir a trilha Tamsin Trail e o salão de chá Pembroke Lodge.

  • 04

    Lago Serpentine

    Situado entre o Hyde Park e Kensington Gardens, o Lago Serpentine foi criado em 1730 com formato sinuoso. O local permite fazer caminhadas gratuitas pelas margens, alugar botes a remo e visitar atrações culturais vizinhas, como as galerias Serpentine.

  • 05

    Mercado de Portobello Road

    Estendendo-se por cerca de três quilômetros entre Notting Hill e Ladbroke Grove, a feira reúne antiguidades, roupas e comida de rua. O sábado concentra a maior movimentação de barracas, sendo recomendado chegar antes das 11h30 para garimpar com calma.

  • 06

    Mercado de Camden

    Formado por diferentes feiras em Camden Town, o Mercado de Camden reúne bancas de roupas, artesanato e quiosques de comida. O local funciona diariamente até as 18h, tem o domingo como dia mais movimentado e pode ser acessado pela linha Northern do metrô.

  • 07

    Mercado de Borough

    Localizado em Southwark, o Borough Market reúne mais de 100 barracas de alimentos divididas em três áreas principais, que vão de produtos frescos a comida de rua. O espaço funciona de terça a domingo e fica a poucos passos da estação London Bridge.

  • 08

    Museu de Historia Natural

    Com entrada gratuita na coleção permanente, o museu reúne mais de 70 milhões de itens em South Kensington. O acervo inclui esqueletos de dinossauros, réplica de baleia-azul e simuladores de terremotos. A reserva prévia de horário pela internet evita filas no acesso.

  • 09

    Museu Britanico

    Fundado em 1753, o museu tem entrada gratuita mediante agendamento prévio e reúne cerca de 80 mil objetos em exposição. O acervo inclui peças como a Pedra de Roseta e esculturas do Partenon, além do pátio Great Court coberto por uma cúpula de vidro.

  • 10

    Rio Tamisa

    O Rio Tâmisa corta Londres por cerca de 30 quilômetros e reúne cartões-postais como a London Eye e a Torre de Londres. O trajeto pode ser percorrido a pé pelo Thames Path ou em embarcações como o River Bus e cruzeiros que partem de píeres como Westminster.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Quanto tempo reservar para conhecer as atrações de Londres?

O tempo de estadia recomendado para quem deseja explorar os museus, parques e bairros icônicos da cidade é de uma semana. Esse período permite distribuir os passeios com calma pelas diferentes regiões.

É possível visitar o interior do Palácio de Buckingham em qualquer época?

A visitação pública aos Salões de Estado ocorre apenas durante cerca de 10 semanas no verão inglês e em datas selecionadas no restante do ano. Por outro lado, a cerimônia da Troca da Guarda acontece toda semana e pode ser acompanhada gratuitamente na área externa.

Precisa pagar ingresso para entrar nos museus de Londres?

Não, os museus em Londres têm entrada gratuita para os visitantes. Outras atividades tradicionais da cidade, como assistir à Troca da Guarda no Palácio de Buckingham, também não têm custo.

Continue planejando

Todos os assuntos deste destino, reunidos.

Fim do capítulo

O guia de Londres tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.