A culinária local combina referências indígenas, portuguesas e africanas, com uso marcante de frutos do mar e pescados. Pratos como moqueca, vatapá, caruru, abará, bobó e mungunzá fazem parte da rotina.
O acarajé tem tanta relevância que o Dia Nacional da Baiana de Acarajé é celebrado em 25 de novembro. Para provar a comida de rua, o bairro do Rio Vermelho concentra bancas tradicionais ao ar livre, como o Acarajé da Dinha e o Acarajé da Cira, além de intensa movimentação noturna.
No quesito multidões, o Carnaval de rua, impulsionado por trios elétricos, é registrado no Guinness Book como a maior festa carnavalesca do planeta. Esse fluxo ajuda a colocar a capital como líder no desembarque de turistas no Nordeste, movimentando quase 8 milhões de passageiros ao ano via Aeroporto Internacional de Salvador, segundo a Infraero. A cidade também figura no grupo das 165 cidades mais inteligentes do mundo, sendo a única do Nordeste presente no levantamento.