Vale a pena visitar o Vale da Lua?
Se você procura uma caminhada leve com paisagens rochosas fora do comum, a resposta é sim. O Vale da Lua destaca-se pelas pedras de mais de 600 milhões de anos moldadas pelas corredeiras do Rio São Miguel, criando uma geografia cinzenta cheia de fendas, cavernas e piscinas naturais que lembram a superfície lunar.
A atração atende bem a diferentes perfis de viajantes: a trilha a pé até as formações tem 600 metros de ida (1,2 km no percurso total) em trajeto leve pelo cerrado, sendo recomendada também para crianças e idosos. Não há necessidade de contratar um guia local para realizar a visita, garantindo autonomia durante o passeio. Duas a três horas são suficientes para caminhar, nadar nos poços e fotografar o local.
Custos e estrutura na propriedade
A atração fica em uma área particular e cobra R$ 40 pelo ingresso individual. O estacionamento no local é gratuito.
Na entrada, a infraestrutura de apoio inclui banheiros e lanchonete. Dentro da área de preservação ambiental não existem restaurantes nem pontos de alimentação, por isso convém se planejar antes de iniciar a caminhada. Para garantir a segurança de quem se banha nos poços e corredeiras, a área de visitação possui salva-vidas e equipe de segurança de plantão.
Como chegar ao local
O acesso principal é feito pela rodovia GO-239. A propriedade fica a 9 km da Vila de São Jorge e a 35 km de Alto Paraíso de Goiás. Para quem vem de capitais próximas, as referências rodoviárias são de 250 km a partir de Brasília e 440 km a partir de Goiânia.
Após sair da pista asfaltada, o percurso segue por 4 km em estrada de terra. Não é preciso utilizar veículo 4x4, pois o trajeto pode ser feito em carro de passeio comum. Outra alternativa para fazer o deslocamento é contratar um serviço de transfer.
Melhor época para a visita
Para aproveitar as piscinas naturais de água cristalina e caminhar com tranquilidade pelas formações rochosas, prefira os meses de junho, julho e agosto. Esse período reúne o menor índice pluviométrico na região.