Vale a pena visitar a Cachoeira do Dragão?
A Cachoeira do Dragão compensa para quem busca uma expedição de aventura técnica e aquática, estando disposto a pagar um valor elevado por equipamentos e logística. Não se trata de um passeio para relaxar ou viajar com crianças: exige ótimo preparo físico, tempo mínimo de 5 horas de percurso e presença obrigatória de guia credenciado.
Como é a trilha e a atração
O trajeto é classificado com nível de dificuldade técnico e difícil, levando entre 6 e 8 horas para ser concluído. O percurso total engloba 5 km de trilha, dos quais 3 km correspondem a trajeto aquático realizado dentro de um cânion de rochas com 1,8 bilhão de anos. A recompensa do esforço é o acesso às duas quedas d'água de 90 metros de altura cada.
Para garantir a segurança no trecho de água, o uso de equipamentos de proteção individual é indispensável: colete salva-vidas, capacete, neoprene e bota aquática. Como a estrutura no local é totalmente isolada e não possui lanchonete nem restaurante, você precisa levar os próprios mantimentos.
Quando ir
A visitação é permitida exclusivamente durante a temporada de seca, que vai de abril a outubro. Para pegar as melhores condições na trilha e no trecho aquático, prefira os meses de maio, agosto e setembro.
Logística e custos
Partindo de Alto Paraíso de Goiás, o acesso até a atração, situada no município de São João d'Aliança, é feito por 13 km de asfalto seguidos de 33 km em estrada de terra. Por conta dos trechos íngremes e escorregadios, recomenda-se fazer o trajeto com veículo com tração 4x4.
- Ingresso: R$ 340 por pessoa (inclui o kit de equipamentos obrigatórios).
- Serviços opcionais: traslado em 4x4 por R$ 268 por pessoa via PIX e transporte de subida em UTV na volta por R$ 100 por pessoa.
- Custo total: somando a taxa de entrada ao serviço do condutor e transporte, o investimento estimado fica entre R$ 650 e R$ 960 por pessoa.
- Hospedagem: as melhores bases para montar ponto de partida são Alto Paraíso de Goiás e a Vila de São Jorge.