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Pico do Itacolomi

Pico do Itacolomi

Situado a 1.772 metros de altitude entre Mariana e Ouro Preto, o Pico do Itacolomi fica em um parque estadual. A caminhada tem cerca de 12 km no total a partir do Centro de Visitantes. O período de maio a novembro concentra a época de seca na região.

Vista aproximada da formação rochosa do Pico do Itacolomi
Badu Dias · CC BY-SA 3.0

Sobre Pico do Itacolomi

Como funciona a subida ao Pico do Itacolomi

O Pico do Itacolomi fica a 1.772 metros de altitude, na divisa entre Mariana e Ouro Preto, dentro da Cordilheira da Serra do Espinhaço. A formação rochosa fica dentro do Parque Estadual do Itacolomi, uma área preservada de 7.500 hectares. A caminhada exige preparo físico intermediário: a partir do Centro de Visitantes, são cerca de 6 km a 7 km apenas de subida. No total de ida e volta, o percurso soma aproximadamente 12 km de extensão.

Para quem já tem costume com caminhadas em montanha, a trilha oficial leva cerca de duas horas na subida. O trajeto tem nível moderado. Além do caminho direto para o topo, existem rotas alternativas que passam por quedas d'água:

  • Cachoeira da Geladeira
  • Cachoeira das Vozes
  • Cachoeira da Mentirosa

Quem quiser encurtar a caminhada inicial pode contratar um serviço de UTV, que custa em média R$ 75 por pessoa e leva até o início da trilha principal.

Estrutura, funcionamento e custos no parque

O acesso ao parque é controlado e pago. A entrada inteira custa entre R$ 28,00 e R$ 28,75, enquanto a meia-entrada sai por R$ 14,37. Para quem vai de carro, o estacionamento dentro da unidade custa R$ 20.

A visitação abre de terça-feira a domingo, das 8h às 17h. A estrutura na entrada e na área central do parque atende bem a logística básica do passeio:

  • Banheiros e bebedouros na portaria
  • Centro de Visitantes para orientações
  • Museu do Chá
  • Área reservada para camping (com opções de pousadas e hostels no entorno do parque para quem prefere não acampar)

Como chegar e melhor época

O parque fica a cerca de 100 km a 112 km de Belo Horizonte. A entrada principal está localizada na BR-356 (Rodovia dos Inconfidentes), no trecho entre Mariana e Ouro Preto. Da guarita na rodovia até o Centro de Visitantes são mais 5 km em estrada de chão batido.

Para chegar sem veículo próprio, há opções práticas a partir das cidades vizinhas:

  • Transporte público: linhas municipais de ônibus como Cooperouro, Pocinho e Hospital deixam na portaria.
  • Táxi-lotação ou táxi comum: a corrida a partir do centro de Ouro Preto até a entrada do parque custa em torno de R$ 30.

A melhor janela para planejar a subida vai de maio a novembro. Esse intervalo marca o período de seca na região, com quase nenhuma ocorrência de chuva, o que deixa o terreno mais firme e garante visibilidade aberta no topo da serra.

Outros lugares em Mariana

Cada um com página própria, com o que esperar e de onde veio a informação.

  • 01

    Rio do Carmo

    O Rio do Carmo nasce na Serra do Espinhaço, corta a área urbana de Mariana e deságua no Rio Doce. Ligado à fundação da primeira vila mineira no século XVII, o curso d'água também abastece a usina PCH Furquim ao longo do seu trajeto pela região.

  • 02

    Museu da Musica de Mariana

    Fundado em 1973, o museu reúne partituras históricas da música barroca mineira, instrumentos de época, documentos e peças de arte sacra. O local funciona como polo de pesquisa e fica instalado no Antigo Palácio da Olaria, na Praça Gomes Freire.

  • 03

    Museu Casa de Alphonsus de Guimaraens

    Localizado na Rua Direita, o museu funciona na residência colonial do século XVIII onde o poeta viveu com a família. O acervo reúne mais de mil peças, incluindo a biblioteca particular do autor, fotografias, documentos e objetos pessoais de sua carreira jurídica.

  • 04

    Museu de Arte Sacra de Mariana

    Instalado na Casa Capitular, no Centro Histórico de Mariana, o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra reúne entre 2.000 e 3.000 peças do Barroco Mineiro. O sobrado rococó tem cantaria do Mestre José Pereira Arouca e funcionou como sede administrativa dos Cônegos da Sé.

  • 05

    Parque Estadual do Itacolomi

    Com cerca de 70% de sua área em Mariana, o parque abriga o Pico do Itacolomi a 1.772 metros de altitude. A unidade protege trechos de Mata Atlântica e campos de altitude, funcionando de terça a domingo com portaria na BR-356 e estrada interna de terra.

  • 06

    Cachoeira do Brumado

    A cerca de 22 km de Mariana, a Cachoeira do Brumado tem queda de 14 metros e poço calmo e raso formado pelo Rio Brumado. O local conta com bar, restaurante e estacionamento gratuito, com acesso fácil por estrada asfaltada a partir do centro histórico.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual é a melhor época para fazer a trilha?

O período mais recomendado vai de maio a novembro, quando a região passa pela estação de seca e quase não chove. Nesses meses, as trilhas ficam em melhores condições para a subida.

Quanto tempo leva e qual é a dificuldade da caminhada?

A trilha até o cume tem dificuldade moderada e totaliza cerca de 12 km de extensão, divididos entre ida e volta. Para quem já tem o hábito de caminhar, o percurso oficial pode ser concluído em aproximadamente duas horas.

Dá para chegar ao parque sem carro?

Sim, é possível chegar até a portaria na BR-356 utilizando linhas de transporte público como Cooperouro, Hospital e Pocinho, ou por meio de táxis e táxi-lotação. Apenas leve em consideração que da portaria até o Centro de Visitantes são mais 5 km por estrada de chão.

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