O que saber antes de subir
Subir as montanhas do Parque Nacional da Tijuca é um dos passeios mais diretos para ver a cidade do alto sem gastar com ingresso: a entrada é gratuita. Criada em 6 de julho de 1961 como unidade de conservação de proteção integral, a área abrange 3.958,47 hectares (cerca de 32 km²) encravados integralmente no Rio de Janeiro, figurando como a maior floresta urbana replantada do mundo.
A área é dividida em três setores de visitação: Floresta, Serra da Carioca e Pedra Bonita/Pedra da Gávea. Como grande parte das atrações depende de visibilidade aberta nos cumes, vale conferir a previsão do tempo e do clima no Rio antes de sair, já que nuvens baixas cobrem rapidamente os mirantes rochosos.
Picos e altitudes das trilhas
O parque reúne algumas das montanhas mais marcantes da paisagem carioca. Para quem planeja caminhar, as altitudes e referências de relevo são:
- Pico da Tijuca: Ponto mais alto de todo o parque, atingindo 1.022 metros de altitude. A caminhada pela trilha até o topo exige entre 1h30 e 2h no trajeto de ida e volta.
- Bico do Papagaio: Segunda formação mais alta do conjunto, com 989 metros de altitude.
- Cocanha: Cume vizinho que chega a 982 metros de altitude.
- Tijuca Mirim: Elevação rochosa com 917 metros de altitude.
- Pedra da Gávea: Com 842 metros de altitude, é uma das maiores elevações rochosas da capital e o maior bloco de pedra à beira-mar do planeta.
- Pedra do Conde: Outro mirante natural do maciço, com 821 metros de altitude.
Sedes, horários e acesso
O parque funciona diariamente das 8h às 17h. Durante o horário de verão, o fechamento é estendido até as 18h. O local é acessível de ônibus e conta com pontos de apoio divididos pelas encostas:
- Entrada Principal (Alto da Boa Vista): Localizada na Estrada da Cascatinha, 850, no bairro Alto da Boa Vista, onde também funciona uma das sedes.
- Sede Santa Teresa: Fica na Estrada das Paineiras, S/N, no bairro Santa Teresa.