Como funciona a visita ao Parque Estadual da Serra Azul
O Parque Estadual da Serra Azul fica a 3 km do centro de Barra do Garças e é uma das opções mais acessíveis do município para quem quer trilhas e mirantes sem gastar nada: a entrada é totalmente gratuita e não exige agendamento prévio. A unidade de conservação funciona diariamente, das 07h às 17h.
Criada em 31 de maio de 1994 e administrada pela Gerência Regional da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), a reserva soma 11.002 hectares (cerca de 11 mil hectares) protegidos. O relevo varia bastante, partindo de 350 metros de altitude na entrada e chegando a 730 metros nos pontos mais altos.
Como chegar e formas de subida
Para acessar a serra, existem três caminhos principais, dependendo do seu preparo físico ou de estar com veículo:
- Estrada principal: acesso pela guarita principal, feito de carro até as áreas superiores.
- Escadaria do Mirante do Cristo: subida a pé com 1.204 degraus (ou 1.200 degraus), que leva direto ao mirante principal. Exige fôlego e esforço contínuo.
- Trilhas a pé: caminhos internos que conectam diferentes setores da serra.
Principais atrativos no alto da serra
O parque reúne pontos clássicos de contemplação, caminhadas longas e até curiosidades históricas:
- Mirante do Cristo Redentor: abriga a estátua do Cristo Redentor e proporciona vista panorâmica de toda a cidade de Barra do Garças. É acessível tanto pela estrada quanto pela escadaria.
- Discoporto: criado e reconhecido oficialmente em 1995, é o primeiro discoporto oficial do Brasil, localizado no platô da serra.
- Marco do centro geodésico do Brasil: ponto geográfico demarcado dentro da área do parque.
- Trilha das Cachoeiras: percurso de 9 km de extensão no total (somando ida e volta), indicado para quem quer caminhar até as quedas d'água da reserva.
- Encostas e voo livre: os paredões e encostas da serra servem de rampa para a prática de parapente e outros esportes de aventura.
- Áreas arqueológicas e espeleológicas: setores de cavernas e registros arqueológicos mapeados na unidade de conservação.
Vale a pena colocar no roteiro?
Vale a visita, principalmente pela proximidade do centro (apenas 3 km) e pelo custo zero. Se a ideia for apenas ver a cidade do alto e conhecer o Cristo e o Discoporto, a subida de carro resolve o passeio em pouco tempo. Já quem planeja fazer a Trilha das Cachoeiras ou encarar os mais de 1.200 degraus da escadaria precisa reservar ao menos um turno inteiro e começar cedo, respeitando o fechamento dos portões às 17h.