Vale a pena visitar a Cachoeira do Astor?
A Cachoeira do Astor é uma boa alternativa para quem quer fugir dos ecoparques estruturados e caros de Brotas. A entrada custa R$ 30 por pessoa em propriedade particular, um valor bem abaixo da média da cidade. O contraponto é direto: o local não tem a infraestrutura de lazer, restaurantes ou vestiários que os grandes parques turísticos mantêm. É um passeio voltado para quem busca cenários mais selvagens e fotos da mata nativa sem muvuca.
Vizinha da conhecida Cachoeira Cassorova, ela funciona bem para uma parada focada em banho rápido e contemplação, sem tomar o dia inteiro.
Como é a queda e a trilha
A queda d'água tem entre 28 e mais de 40 metros de altura em meio ao paredão rochoso. Na base, forma-se um poço raso para nadar, o que facilita o acesso à água sem exigir natação em trechos fundos.
A caminhada até a base é curta e dura entre 5 e 10 minutos:
- Distância da sede: a queda fica a cerca de 400 metros da base da fazenda.
- Condições do caminho: o percurso passa por mata nativa e conta com trechos de degraus e rampas equipadas com corrimão de madeira ou cabo de aço.
- Nível de esforço: a trilha varia entre fácil e moderada e exige o acompanhamento de um guia do local.
- O que levar: calce tênis para molhar e use roupas leves. Protetor solar e repelente são indispensáveis por conta da vegetação fechada.
Como chegar, horários e estrada
A cachoeira fica na região do Alto da Serra, entre Brotas e São Pedro. O uso de carro é obrigatório para acessar a fazenda:
- Distância: são cerca de 26 a 31 km a partir do centro de Brotas e a 6 km do distrito de Patrimônio de São Sebastião da Serra.
- Trajeto: o caminho inclui cerca de 24,5 km de pista asfaltada e 6,5 km de estrada de terra batida.
- Condição com chuva: se chover forte, a estrada de terra acumula muita lama e o acesso de veículos comuns pode ficar bastante complicado. Vale checar as condições do tempo antes de pegar a estrada de terra.
- Funcionamento: abre todos os dias, das 10h às 17h.