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Curiosidades

Curiosidades sobre Palhoça

O nome de Palhoça surgiu das primeiras habitações de pau-a-pique cobertas de palha. Entreposto comercial de tropas de mulas até a década de 1920, a cidade abriga o Morro do Cambirela e a Guarda do Embaú, reconhecida como Reserva Mundial do Surf.

  • Revisado editorialmente
  • 3 min de leitura
Vista panorâmica da cidade de Palhoça, em Santa Catarina
Larissa Fraga · CC BY 3.0

O capítulo

Origens: das casas de palha ao entreposto tropeiro

A maioria das pessoas passa por Palhoça, na Grande Florianópolis, a caminho das praias do litoral sul catarinense sem reparar no peso histórico do município. A cidade é o sétimo município mais populoso de Santa Catarina e completou 131 anos de emancipação política, oficializada em 1894.

Alguns marcos ajudam a entender como o local se formou:

  • O nome da cidade: surgiu de forma literal. Refere-se às primeiras habitações erguidas na região, construídas em pau-a-pique e cobertas de palha.
  • Pioneiros do século XVII: a colonização começou com a chegada dos portugueses ainda no século XVII, séculos antes da emancipação administrativa.
  • Rota dos tropeiros: entre o século XIX e o início da década de 1920, a cidade funcionou ativamente como entreposto comercial para mercadorias trazidas do interior do estado e da Serra por tropas de mulas.
  • Avanço urbano em 1905: a iluminação pública da área urbana começou a funcionar em 1905, ainda abastecida a querosene.

Marcos geográficos e títulos internacionais

Além do passado colonial, o território abriga marcas geográficas de destaque no estado:

  • Ponto culminante: o Morro do Cambirela se destaca na paisagem como o ponto mais alto do município.
  • Área de preservação: o território abriga o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior unidade de conservação de Santa Catarina.
  • Selo mundial no litoral: a Praia Guarda do Embaú recebeu a chancela de Reserva Mundial do Surf concedida pela ONG Save The Wave Coalition, reconhecimento voltado à preservação de ecossistemas costeiros de surfe.

Herança açoriana e hábitos locais

Quem circula pelos bairros costeiros encontra contrastes bem marcados de ritmo:

  • Enseada de Brito: o vilarejo preserva os costumes e a tranquilidade herdados diretamente da colonização açoriana, com perfil histórico bem preservado.
  • Feira de Artesanato da Pinheira: parada recomendada para quem deseja ver de perto a produção manual e o comércio de moradores da região.
  • Gastronomia típica: a autêntica culinária catarinense local tem como ponto central o prato tradicional de ostras, cultivadas e servidas frescas ao longo da costa.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que vale priorizar para conhecer o lado cultural e histórico?

Vale a pena visitar a Enseada de Brito, localidade que preserva a tranquilidade e os costumes da colonização açoriana iniciada com os portugueses no século XVII. Para ver a produção local de perto, inclua também uma visita à Feira de Artesanato da Pinheira.

O que provar na gastronomia da cidade?

Não deixe de provar a autêntica culinária catarinense e o tradicional prato de ostras cultivadas na região. É a pedida ideal para quem quer experimentar os sabores típicos durante a passagem pelo litoral do município.

Para quem busca surfe e ecoturismo, o que colocar no roteiro?

A Guarda do Embaú tem destaque internacional como Reserva Mundial do Surf pela ONG Save The Wave Coalition, sendo o ponto de referência para a modalidade. Em termos de ecoturismo e montanha, Palhoça abriga o Morro do Cambirela, seu ponto mais elevado, e parte do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior unidade de conservação de Santa Catarina.

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Todos os assuntos deste destino, reunidos.

Fim do capítulo

O guia de Palhoça tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.