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Curiosidades

Curiosidades sobre Olinda

Primeira capital de Pernambuco até 1837, Olinda sediou a observação do primeiro cometa na América Latina em 1860. A cidade também preserva tradições como o Homem da Meia Noite, calunga do candomblé, e foi palco de um pioneiro grito de independência em 1710.

  • Revisado editorialmente
  • 3 min de leitura

O capítulo

Fatos históricos que moldaram a cidade

Olinda carrega episódios que vão muito além da imagem de suas ladeiras coloniais. Fundada em 1535 pelo donatário Duarte Coelho, no estado de Pernambuco, a cidade acumulou marcos pioneiros:

  • Primeira capital do estado: Antes de o governo ser transferido para Recife em 1837, Olinda era a sede inicial de Pernambuco.
  • Invasão holandesa: Em 1630, a cidade sofreu uma invasão holandesa que marcou sua trajetória colonial.
  • Grito de independência: Em 10 de novembro de 1710, o Senado da Câmara de Olinda foi palco do primeiro grito em prol da independência nacional.
  • Ensino jurídico pioneiro: A Faculdade de Direito de Olinda foi fundada em 11 de agosto de 1827, figurando entre as primeiras faculdades de direito do Brasil.
  • Reconhecimento da UNESCO: Em 1982, a cidade recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, preservando seu conjunto de igrejas barrocas, ladeiras de paralelepípedo e casarões coloridos.

A história local guarda particularidades que muitos viajantes não conhecem antes de chegar:

  • O Cometa Olinda: Foi o primeiro cometa a ser observado em toda a América Latina. O registro aconteceu em 1860, feito pelo astrônomo francês Emmanuel Liais.
  • O Homem da Meia Noite: Diferente de outros bonecos gigantes que animam o tradicional carnaval local, o Homem da Meia Noite não é um boneco comum, mas sim um calunga — uma entidade mística do candomblé.

Dinâmica urbana e tradições locais

Para além do roteiro básico, a organização e o cotidiano da cidade revelam sua identidade:

  • Divisão territorial: O município é composto por 39 bairros e possui também uma zona rural.
  • Vida nas ruas e arte: O dia a dia é marcado por artistas que pintam ao ar livre, moradores conversando nas calçadas, ateliês, feirinhas e muros grafitados, além do cheiro de comida de rua com a tradicional tapioca feita na hora.
  • Frevo: O ritmo, que é patrimônio da humanidade, dita o passo das festas de rua e arrasta multidões durante o carnaval.
  • Produção artesanal: Próximo ao Marco Zero, o Centro de Artesanato de Pernambuco expõe a produção do estado, reunindo esculturas em madeira, bonecos de barro, brinquedos populares e panos da costa.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que esperar ao caminhar pelo centro histórico de Olinda?

Ao caminhar pelo centro histórico, você vai percorrer ladeiras de paralelepípedo cercadas por casarões coloridos e igrejas barrocas. O trajeto pelas ruas reúne ateliês, feirinhas, muros grafitados e artistas pintando ao ar livre.

O que provar e onde comprar artesanato local?

Na culinária de rua, uma das opções tradicionais para experimentar é a tapioca feita na hora. Para compras regionais, você pode visitar o Centro de Artesanato de Pernambuco, próximo ao Marco Zero, que reúne peças em madeira, bonecos de barro, panos da costa e brinquedos populares.

Vale a pena incluir Olinda no roteiro histórico de Pernambuco?

Olinda foi fundada em 1535 e serviu como sede inicial de Pernambuco antes da transferência do governo para Recife em 1837. Reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO desde 1982, a cidade preserva arquitetura colonial, marcos da independência nacional e uma das primeiras faculdades de direito do Brasil.

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Fim do capítulo

O guia de Olinda tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.