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O que fazer

O que fazer em Campo Grande

Um dia e meio é suficiente para percorrer as atrações urbanas de Campo Grande. O circuito inclui o Bioparque do Pantanal com visitação gratuita mediante agendamento, os espaços abertos do Parque das Nações Indígenas e a gastronomia noturna da Feira Central.

  • Revisado editorialmente
  • 10 lugares selecionados
  • 2 min de leitura
Vista da área do Parque dos Poderes em Campo Grande
Rodrigo_Santos · CC BY 3.0

O capítulo

Um dia e meio é o tempo suficiente para cobrir as principais atrações urbanas de Campo Grande. A cidade funciona principalmente como porta de entrada para quem segue rumo a Bonito ou ao Pantanal Sul, mas tem pontos específicos que justificam a parada curta no caminho.

Principais atrações para incluir no roteiro

  • Bioparque do Pantanal: conhecido também como Aquário do Pantanal, leva o título de maior aquário de água doce do mundo. A entrada é gratuita, mas exige agendamento prévio pela internet para garantir o acesso.
  • Parque das Nações Indígenas: espaço aberto com mais de 100 hectares de área verde. O acesso é totalmente gratuito e funciona bem para caminhadas no início da manhã ou no fim de tarde.
  • Feira Central: parada clássica na cidade para o período noturno, reunindo barracas gastronômicas e comércio local.
  • Orla Morena: parque linear com 2,3 km de extensão, utilizado para caminhadas e lazer ao ar livre.

Como organizar a parada

Por concentrar a maioria das atrações ao ar livre, a melhor época para visitar a cidade vai de abril a setembro, período marcado pelo clima seco. Caso o objetivo principal da viagem seja esticar até o Pantanal, os meses de julho a outubro são os mais indicados.

Em termos de orçamento, o custo médio diário por pessoa em Campo Grande fica entre R$ 150 e R$ 350, cobrindo alimentação e deslocamentos básicos. A logística de chegada é simples: o Aeroporto Internacional de Campo Grande (CGR) fica a apenas 8 km do centro, o que facilita o trânsito rápido entre os passeios e o terminal.

Lugares em Campo Grande

  • 01

    Parque dos Poderes

    O local reúne os prédios dos poderes estaduais em meio a uma extensa área de preservação com animais silvestres e ciclovias. Aos fins de semana, as avenidas fecham para carros e o espaço é usado para caminhadas, corridas e passeios de bicicleta.

  • 02

    Parque Ecologico do Soter

    Localizado no bairro Mata do Jacinto, o Parque Ecológico do Sóter é uma área pública gratuita na região norte de Campo Grande. O espaço conta com pistas pavimentadas para caminhada, ciclovia, quadras, playgrounds e lago central com registro de aves urbanas.

  • 03

    Museu de Arte Contemporanea de Mato Grosso do Sul

    Localizado no Parque das Nações Indígenas, o museu reúne cerca de 1.500 obras em um prédio de 4 mil metros quadrados com cinco salas de exposição. O espaço conta com acervo permanente e mostras temporárias, mas encontra-se temporariamente fechado para reforma.

  • 04

    Museu das Culturas Dom Bosco

    Localizado no Parque das Nações Indígenas, o museu reúne acervo focado na memória indígena e regional de Mato Grosso do Sul. O espaço funciona de terça a sábado, com visitas guiadas mediante agendamento prévio e estrutura com rampas de acessibilidade.

  • 05

    Cachoeira do Ceuzinho

    Situada a 15 km de Campo Grande, a Cachoeira do Ceuzinho tem entrada gratuita e acesso por estrada de chão para carro baixo. A área abriga ruínas da antiga Usina do Ceroula, trilhas autoguiadas e paredes rochosas procuradas para escalada e rapel.

  • 06

    Cachoeira do Inferninho

    Situada a 15 km do centro de Campo Grande, a Cachoeira do Inferninho tem entrada gratuita e queda de 40 metros de altura. O espaço reúne paredão para rapel e poço para banho, acessível por uma caminhada de 20 minutos a partir do topo onde chegam os carros.

  • 07

    Morro do Ernesto

    Localizado a 20 km do centro de Campo Grande, o Morro do Ernesto conta com trilha de 2,5 km até o mirante com vista para a região, além de banho de rio. Aberto aos fins de semana e feriados, o local não tem lanchonetes e exige que o visitante leve água e lanche.

  • 08

    Parque Estadual do Prosa

    Unidade de conservação com 135 hectares de Cerrado em Campo Grande, o parque protege as nascentes do Córrego Prosa e abriga o CRAS. As visitas com trilhas guiadas exigem agendamento prévio em grupos de até 15 pessoas, mas o espaço está fechado ao público.

  • 09

    Mercado Municipal de Campo Grande

    Inaugurado em 1958 no centro da cidade, o Mercado Municipal Antônio Valente conta com mais de dois mil metros quadrados de área. O espaço reúne 114 bancas e 77 boxes comerciais. O local funciona de segunda a sábado até as 18h e fecha ao meio-dia aos domingos.

  • 10

    Parque das Nacoes Indigenas

    Com mais de 100 hectares, o parque urbano abriga um grande lago formado pelo córrego Prosa e pistas para caminhada. O espaço tem entrada gratuita, abre diariamente das 6h às 21h e reúne áreas verdes com elementos da cultura dos povos originários.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Dá para conhecer as principais atrações em um fim de semana?

O tempo recomendado para visitar os pontos principais de Campo Grande é de um dia e meio. Com esse tempo, você consegue planejar paradas no Parque das Nações Indígenas, na Feira Central e no Bioparque do Pantanal.

Precisa pagar ingresso para visitar o Bioparque do Pantanal?

A entrada para o Bioparque do Pantanal é totalmente gratuita, mas requer agendamento prévio. O espaço é considerado o maior aquário de água doce do mundo.

Qual é a melhor época para visitar as atrações da região?

A época mais recomendada para conhecer Campo Grande vai de abril a setembro, período marcado pelo clima seco. Já para quem pretende esticar o roteiro até o Pantanal, os meses mais indicados são de julho a outubro.

Continue planejando

Todos os assuntos deste destino, reunidos.

Fim do capítulo

O guia de Campo Grande tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.