Pular para o conteúdo

Museu das Culturas Dom Bosco

Museu das Culturas Dom Bosco

Localizado no Parque das Nações Indígenas, o museu reúne acervo focado na memória indígena e regional de Mato Grosso do Sul. O espaço funciona de terça a sábado, com visitas guiadas mediante agendamento prévio e estrutura com rampas de acessibilidade.

Vista panorâmica do Museu Dom Bosco
Rodrigo_Santos · CC BY 3.0

Sobre Museu das Culturas Dom Bosco

O Museu das Culturas Dom Bosco (MCDB/UCDB) é o principal ponto etnográfico para entender a história e as tradições locais em Campo Grande. Criado em 1950 pela Inspetoria Salesiana de Mato Grosso e inaugurado em 27 de outubro de 1951, o espaço reúne um acervo focado na preservação da memória indígena e regional, ficando estrategicamente posicionado dentro do Parque das Nações Indígenas.

Se você busca um passeio cultural focado nas populações e na formação do Mato Grosso do Sul, a visita se encaixa bem em um roteiro de meio período, inclusive combinada com a caminhada pelo próprio parque.

Informações práticas de visitação

Planejar o dia e o horário é essencial, já que o funcionamento varia entre dias úteis e fins de semana:

  • Horário de funcionamento: de terça a sexta-feira, das 8h às 17h. Aos sábados e feriados, abre apenas no período da tarde, das 14h às 18h.
  • Ingresso: R$ 20.
  • Visitas guiadas: acontecem temporariamente às quartas e quintas-feiras, sempre às 14h, com agendamento prévio. O percurso guiado dura 1h30, sendo a melhor alternativa para quem prefere explicações aprofundadas sobre o acervo.

Estrutura e acessibilidade

O prédio tem infraestrutura adaptada para receber diferentes públicos e eventos:

  • Acessibilidade: conta com rampas de acesso para idosos e pessoas com deficiência física.
  • Instalações: o espaço tem recepção, áreas dedicadas a exposições temáticas e um auditório com capacidade para 130 pessoas.

Localização e como chegar

O museu fica na Avenida Afonso Pena, número 7000, no bairro Cidade Jardim, junto ao Portal Ñandeva do Parque das Nações Indígenas.

Para o deslocamento, é viável utilizar ônibus e o sistema de transporte público da cidade, além de veículos por aplicativo ou carro particular ao longo da Afonso Pena.

Em relação ao período da viagem, a melhor época para circular por Campo Grande vai de maio a setembro, durante a estação seca, quando os dias são amenos e as chuvas diminuem em comparação ao verão quente e chuvoso característico do clima tropical continental da região (onde a média anual fica em torno de 23°C).

Outros lugares em Campo Grande

Cada um com página própria, com o que esperar e de onde veio a informação.

  • 01

    Parque dos Poderes

    O local reúne os prédios dos poderes estaduais em meio a uma extensa área de preservação com animais silvestres e ciclovias. Aos fins de semana, as avenidas fecham para carros e o espaço é usado para caminhadas, corridas e passeios de bicicleta.

  • 02

    Parque Ecologico do Soter

    Localizado no bairro Mata do Jacinto, o Parque Ecológico do Sóter é uma área pública gratuita na região norte de Campo Grande. O espaço conta com pistas pavimentadas para caminhada, ciclovia, quadras, playgrounds e lago central com registro de aves urbanas.

  • 03

    Museu de Arte Contemporanea de Mato Grosso do Sul

    Localizado no Parque das Nações Indígenas, o museu reúne cerca de 1.500 obras em um prédio de 4 mil metros quadrados com cinco salas de exposição. O espaço conta com acervo permanente e mostras temporárias, mas encontra-se temporariamente fechado para reforma.

  • 04

    Cachoeira do Ceuzinho

    Situada a 15 km de Campo Grande, a Cachoeira do Ceuzinho tem entrada gratuita e acesso por estrada de chão para carro baixo. A área abriga ruínas da antiga Usina do Ceroula, trilhas autoguiadas e paredes rochosas procuradas para escalada e rapel.

  • 05

    Cachoeira do Inferninho

    Situada a 15 km do centro de Campo Grande, a Cachoeira do Inferninho tem entrada gratuita e queda de 40 metros de altura. O espaço reúne paredão para rapel e poço para banho, acessível por uma caminhada de 20 minutos a partir do topo onde chegam os carros.

  • 06

    Morro do Ernesto

    Localizado a 20 km do centro de Campo Grande, o Morro do Ernesto conta com trilha de 2,5 km até o mirante com vista para a região, além de banho de rio. Aberto aos fins de semana e feriados, o local não tem lanchonetes e exige que o visitante leve água e lanche.

  • 07

    Parque Estadual do Prosa

    Unidade de conservação com 135 hectares de Cerrado em Campo Grande, o parque protege as nascentes do Córrego Prosa e abriga o CRAS. As visitas com trilhas guiadas exigem agendamento prévio em grupos de até 15 pessoas, mas o espaço está fechado ao público.

  • 08

    Mercado Municipal de Campo Grande

    Inaugurado em 1958 no centro da cidade, o Mercado Municipal Antônio Valente conta com mais de dois mil metros quadrados de área. O espaço reúne 114 bancas e 77 boxes comerciais. O local funciona de segunda a sábado até as 18h e fecha ao meio-dia aos domingos.

  • 09

    Parque das Nacoes Indigenas

    Com mais de 100 hectares, o parque urbano abriga um grande lago formado pelo córrego Prosa e pistas para caminhada. O espaço tem entrada gratuita, abre diariamente das 6h às 21h e reúne áreas verdes com elementos da cultura dos povos originários.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Quanto tempo dura a visita guiada e quando ela acontece?

A visita guiada tem duração de 1h30 e os agendamentos ocorrem temporariamente às quartas e quintas-feiras, às 14h. Para visitas regulares, o espaço funciona de terça a sexta, das 8h às 17h, e aos sábados e feriados, das 14h às 18h, com entrada a 20 R$.

O museu tem acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida?

Sim, o prédio dispõe de rampas de acesso pensadas para pessoas com deficiência física e idosos. A infraestrutura conta também com recepção, áreas para exposições temáticas e auditório para 130 pessoas.

Dá para chegar ao local usando transporte público?

Sim, você pode utilizar linhas de ônibus e o transporte público regular da cidade para chegar até o destino. O museu está situado na Avenida Afonso Pena, com entrada pelo Portal Ñandeva no Parque das Nações Indígenas.

Continue planejando

Todos os assuntos deste destino, reunidos.