Vale a pena visitar o Museu Regional de Arte?
Se você busca entender a formação cultural de Feira de Santana além do circuito comercial, o Museu Regional de Arte é parada obrigatória no roteiro pelo Centro. Criado em 1967 por Assis Chateaubriand e inaugurado oficialmente em 26 de março daquele ano, o local tem o peso de ter sido a primeira instituição museológica da cidade, figurando hoje entre os museus mais importantes da Bahia.
O espaço passou recentemente por reformas depois de ficar fechado por 2 anos. É uma visita rápida e focada, indicada para quem se interessa por artes visuais e quer ver de perto peças de grandes nomes nacionais sem enfrentar filas ou circuitos tumultuados.
O que ver no acervo
A grande relevância do museu está na sua base modernista. O acervo reúne coleções de arte modernista brasileira, destacando:
- Obras de artistas consagrados como Di Cavalcanti e Vicente Rego.
- A exposição *Fragmentos de Infinito: A Liberdade da Cor* em cartaz nas galerias.
- Coleções históricas que consolidaram o museu como polo artístico regional desde o final dos anos 1960.
A trajetória da instituição também se conecta a outros pontos culturais do município. No final de 1995, a UEFS transferiu o acervo do Museu Regional para o Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA. Além disso, a preservação da estrutura original impulsionou a criação do Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC), formalizado pelo Decreto 5.958 em 25 de julho de 1996. O MAC fica na Rua Professor Germiniano Costa, 255, e abriga um acervo de referência com 58 obras de artistas plásticos baianos.
Horários e localização
Para organizar sua ida ao Museu Regional de Arte, fique atento aos turnos de funcionamento, que se concentram nos dias úteis:
- Endereço: Rua Conselheiro Franco, 66 - Centro (com registros vinculados também à Rua Geminiano Costa, 41).
- Horário: de segunda a sexta, das 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00, com fluxo de visitas no intervalo das 14:00 às 18:00.