O que saber antes de ir: restauro e visitação
O ponto crucial para planejar o passeio é saber que a parte interna do Museu de Arte da Pampulha (MAP) está fechada para restauro. Por causa das obras na edificação, as visitas ao interior não acontecem, e o acervo de aproximadamente 1.400 peças permanece guardado em reserva técnica. O espaço realiza apenas atividades periódicas nos jardins, de forma virtual ou em outros museus municipais.
A entrada para o local é gratuita. Do ponto de vista de infraestrutura, o museu não possui estacionamento próprio e não conta com bar, café ou restaurante no terreno.
A história do edifício e a arquitetura
O prédio do MAP é um dos marcos do Conjunto Moderno da Pampulha, projetado por Oscar Niemeyer no início da década de 1940 a pedido de Juscelino Kubitschek:
- Origem como cassino (1943): O edifício abriu originalmente como Cassino da Pampulha, funcionando para jogos até a proibição da atividade no país.
- Conversão em museu (1957): A reabertura oficial do espaço como museu de arte ocorreu em 1957. A estrutura inclui também um auditório projetado para 170 pessoas.
- Tombamentos e UNESCO: O prédio foi tombado na esfera municipal em 1984 e pelo IPHAN em âmbito federal no ano de 1994. Em 2016, todo o Conjunto Moderno da Pampulha recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.
Como chegar e como encaixar no roteiro
O museu fica na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16585. A orla da Lagoa da Pampulha está situada a 13 km do centro de Belo Horizonte. Para quem sai da Praça da Liberdade:
- O trajeto de táxi até a área da igrejinha dura 30 minutos em condições de trânsito moderado.
- O trajeto com a linha de ônibus 5106 custa R$ 3,70 e leva por volta de 1h10min.
Como a parada no MAP hoje se limita à observação da fachada e dos jardins devido às obras, o local funciona melhor se visitado em conjunto com outras construções modernistas da orla:
- Igrejinha da Pampulha (visitação interna a R$ 3)
- Casa do Baile (entrada gratuita)
- Casa Kubitschek (entrada gratuita)