A vista e o que esperar do lugar
O Mirante do Centro Geodésico é apontado como o segundo cartão-postal do município e figura entre as três principais atrações de Chapada dos Guimarães. Posicionado na face sul dos paredões, o ponto atinge 845 metros de altitude (com cota registrada em 795 metros) e entrega uma visão panorâmica em 360 graus de toda a formação rochosa, além da planície pantaneira aberta à frente.
Em dias de tempo limpo, dá para enxergar Cuiabá, que fica a cerca de 30 km em linha reta dali. Por ser um mirante de contemplação pura, a parada costuma encaixar muito bem no primeiro dia de um roteiro de dois dias pela região.
O marco geográfico: história e realidade
O local leva esse nome por ser considerado o ponto equidistante entre os oceanos Atlântico e Pacífico — ambos a cerca de 1.600 km de distância dali. Em 15 de março de 2010, o mirante chegou a ser tombado como patrimônio.
Existe, porém, uma confusão comum sobre o ponto exato:
- O marco físico no local: a estrutura cravada no mirante funciona tecnicamente como uma referência de nível e marco de altitude, e não como o cálculo geodésico exato do continente.
- O valor simbólico: mesmo com a precisão cartográfica à parte, o lugar segue reconhecido como o monumento natural do centro geodésico da América do Sul.
Localização, acesso e situação atual
A logística para visitar é simples, mas exige atenção ao estado de funcionamento do atrativo:
- Acesso e distância: fica às margens da MT-251, a cerca de 4,2 km de saída de Chapada dos Guimarães em direção a Campo Verde (entre 7 km e 8 km a partir do centro da cidade). O acesso final é feito por uma trilha curta a pé partindo da rodovia, onde há espaço de estacionamento.
- Custo: a entrada no local é gratuita.
- Alerta de interdição: o mirante encontra-se atualmente interditado devido a problemas de erosão no terreno e à falta de estruturas adequadas para receber os visitantes com segurança. Antes de pegar a estrada, confirme a liberação do acesso.