Vale a pena visitar a Lagoa do Paraíso?
Se você busca relaxar em águas doces, mornas e cristalinas, a visita justifica o deslocamento saindo da Vila de Jericoacoara. Formada pelo afloramento do lençol freático alimentado pela chuva, a atração destaca-se pelas redes de tucum estendidas dentro da água e pela areia clara. O entorno pertence à Área de Preservação Ambiental (APA da Lagoa de Jijoca). Chegar pela manhã é a melhor escolha para quem prefere encontrar o local com menos movimento.
Como chegar e custos de transporte
O trajeto exige veículos 4x4, como buggys ou caminhonetes adaptadas, para atravessar dunas e estradas de areia. A distância varia de 12 a 20 km até o município vizinho de Jijoca de Jericoacoara, com tempo de percurso entre 30 e 40 minutos.
As opções de transporte coletivo são as jardineiras que saem da Rua São Francisco; o valor de ida e volta em transporte compartilhado é de R$ 50 por pessoa (com opções por R$ 70). No transporte privativo, o passeio de buggy custa entre R$ 400 e R$ 550 por veículo, enquanto o aluguel de quadriciclo fica em R$ 500. Além do transporte, vale lembrar que a Taxa de Turismo Sustentável cobrada por Jericoacoara custa R$ 41,50 por visitante (válida de 7 a 10 dias).
Estrutura, preços de entrada e lazer
A maioria das barracas na beira da água não cobra taxa de entrada para utilizar o apoio de mesas e cadeiras. A exceção fica para quem escolhe o Alchymist Beach Club, onde o ingresso no formato Day Use custa a partir de R$ 60,00 por pessoa.
Além de aproveitar a água em tons de azul e verde, é possível praticar caiaque, stand-up paddle e passeios de veleiro. O ecossistema corresponde à porção mais setentrional da Lagoa de Jijoca, originada pelo barramento dos Córregos do Paraguai e do Mourão devido a dunas móveis. O período chuvoso vai de janeiro a junho, garantindo o nível da lagoa, enquanto os meses de julho e agosto registram os ventos mais fortes do ano.