Vale a pena colocar no roteiro?
Se você tem pouco tempo na cidade, a Ilha Margarida (Margitsziget) só faz sentido se a ideia for desacelerar. Como explorar os pontos principais de Budapeste exige pelo menos três dias inteiros de caminhada entre Buda e Peste, a ilha funciona como uma pausa: trata-se de um grande parque público fluvial no meio do rio Danúbio, focado em áreas de lazer e descanso.
Declarada espaço público em 1908, a ilha tem 0,965 km² de área e se estende por 2,5 km de comprimento (mais de 2.500 metros de ponta a ponta). Fica no distrito 13 da capital húngara. Para ver o parque em seu momento mais movimentado, o período indicado são as manhãs de fim de semana, quando os moradores locais ocupam os gramados.
Como chegar
O acesso ao parque é feito pelas duas extremidades fluviais:
- Pela Ponte Margarida (sul): onde passam as linhas 4 e 6 do bonde (*tram*), parando bem no meio da ponte, no acesso direto à ilha.
- Pela Ponte Árpád (norte): outra ligação direta por via terrestre.
- Linha 26 de ônibus: é a linha que entra e cruza a extensão da ilha de ponta a ponta.
- Trem suburbano: a conexão entre a estação Batthyány tér e Szépvölgyi út custa entre US$ 1 e US$ 2 e faz o trajeto em 4 minutos (a distância até a ilha é de cerca de 1 milha). De ônibus, o percurso entre Batthyány tér M+H e Szépvölgyi út H leva em torno de 7 minutos.
Como se locomover pelo parque e custos
Percorrer os 2,5 km a pé pode ser cansativo se você já passou o dia batendo perna pela cidade. Há opções pagas para circular internamente:
- Bicicleta: custa 990 forints (Ft990) por 1 hora de aluguel, Ft1.100 por 2 horas ou Ft2.800 para a diária inteira.
- Trem turístico: Ft800 por pessoa para fazer o circuito.
- Carro elétrico (estilo carrinho de golfe): Ft4.900 por hora de uso.