Maior cidade da Suíça e seu principal polo econômico, Zurique fica no norte do país, onde o idioma predominante no comércio é o alemão e a moeda oficial é o franco suíço. Longe de se resumir a bancos e centros corporativos, a localidade se diferencia pela convivência equilibrada entre patrimônio histórico e espaços abertos à beira d'água. O Rio Limmat corta o centro antigo em duas margens conectadas por pontes e deságua no amplo Lago de Zurique, com vista para a cadeia montanhosa dos Alpes ao fundo. A cidade atende tanto viajantes em viagens de casal ou em família quanto quem viaja sozinho em busca de acervos culturais consistentes, gastronomia focada em tradições alpinas e facilidade de locomoção.
A maioria dos viajantes planeja uma permanência de dois a três dias, período suficiente para cobrir os distritos centrais e usar a cidade como ponto de partida para outras regiões suíças. A chegada é facilitada pela curta distância de trem entre o aeroporto e a estação central, a Zürich Hauptbahnhof, em um trajeto que dura de 10 a 15 minutos. A partir dali, o ritmo do passeio é predominantemente a pé pela Cidade Velha, complementado pelo sistema de transporte público integrado da ZVV, que reúne bondes, ônibus, barcos e trens sob uma mesma estrutura de tarifas.
Os trajetos a pé habitualmente partem da Bahnhofstrasse, a principal via comercial que conecta a estação ferroviária ao lago, ladeada por lojas de alto padrão. O itinerário segue para a colina arborizada de Lindenhof, mirante aberto que descortina o casario antigo, o rio e as torres da igreja Grossmünster, local onde teve início a Reforma Protestante na Suíça. A exploração urbana se completa com visitas culturais a instituições como o museu Kunsthaus, detentor de obras que abrangem da Idade Média a pintores como Monet e Picasso, e termina com caminhadas ou travessias náuticas pelas margens limpas do Lago de Zurique.