A estrutura urbana de Viena reflete séculos de transformações, desde suas origens até o traçado moderno com 23 distritos concêntricos distribuídos por 415 km² no leste da Áustria, no Vale do Danúbio.
- Origem celta e romana: antes de ser Viena, o local era um assentamento celta e foi batizado pelos romanos como *Vindobona*. Ainda existem ruínas romanas preservadas sob a cidade atual.
- Limite de altura: nenhuma construção recente pode ultrapassar a altura da torre da Catedral de Santo Estêvão (*Stephansdom*), preservando a linha do horizonte histórico.
- Gêmeos na Ringstrasse: a cidade abriga o Museu de História Natural e o Museu de História da Arte, dois edifícios arquitetonicamente idênticos situados frente a frente. Ao todo, a capital reúne mais de 100 museus.
- Relíquias e recordes: no Palácio Hofburg, está guardada uma das maiores esmeraldas do mundo, com 2.205 quilates. A cidade também mantém o Tiergarten Schönbrunn, fundado em 1752 e considerado o zoológico mais antigo do mundo, e a roda-gigante mais antiga em atividade no parque Prater, datada de 1896.
- Mais mortos que vivos no Zentralfriedhof: no cemitério central da cidade (Zentralfriedhof), o número de pessoas sepultadas chega a quase o dobro da população viva de Viena, que é de cerca de 1,7 milhão de habitantes.
- Divisão pós-guerra: assim como Berlim, após a Segunda Guerra Mundial a cidade foi dividida e administrada em quatro setores controlados por Estados Unidos, União Soviética, Grã-Bretanha e França.
- Sede internacional: além do título de cidade com maior qualidade de vida do mundo (segundo o estudo Mercer de 2010), a capital abriga organismos globais de peso, como a Cidade das Nações Unidas (UNO City) e a OPEP.