Centro Histórico e patrimônio colonial
O grande motivo para explorar a capital maranhense a pé é o Centro Histórico, reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1997. A cidade foi fundada em 1612 por uma expedição francesa liderada por Daniel de La Touche e reúne mais de 3.500 casarões coloniais construídos entre os séculos XVII e XVIII. Caminhar pela Rua do Giz, ladeada por essas fachadas históricas, dá a dimensão exata da arquitetura da época.
Para organizar os passeios culturais, preste atenção aos dias de funcionamento, já que vários espaços fecham no início da semana:
- Palácio dos Leões: sede do governo estadual, o prédio começou como uma fortaleza francesa no início do século XVII e concentra séculos de transformações políticas da cidade.
- Teatro Arthur Azevedo: inaugurado em 1817, tem visitação ao interior com ingresso a R$ 2.
- Museu Histórico e Artístico do Maranhão: fica na Rua do Sol, instalado em um casarão colonial de 1836. O ingresso custa R$ 5.
- Igreja da Sé: teve sua construção iniciada no século XVII e marca o centro religioso antigo da capital.
- Museu de Arte Sacra: ocupa um edifício do século XVIII onde funcionava o antigo Palácio Episcopal.
- Centro Cultural Vale Maranhão: funciona de terça a sábado, das 10h às 19h (fecha aos domingos, segundas e feriados), com entrada gratuita.
- Casa de Nhozinho: espaço com entrada gratuita que funciona de terça a sábado, das 9h às 18h (fechado aos domingos e segundas).
- Casa do Tambor de Crioula: aberta de terça a sábado, das 9h às 17h30, fechando aos domingos e segundas, também com visitação gratuita.
- Museu do Reggae: dedicado a preservar e contar a trajetória do ritmo no Maranhão.
Quem prefere um circuito mais estruturado encontra opções de tour guiado de meio dia pela cidade, passeio privado a pé pelo núcleo histórico e até passeios fotográficos focados nos casarios.