- Dia 1: Chegada e adaptação na Pedra do Bauzinho
Use o primeiro dia para se instalar e fazer a caminhada mais leve do complexo rochoso. A Trilha Pedra do Bauzinho tem 2,5 km de extensão ida e volta e nível fácil. É a introdução perfeita para observar as formações de quase 2 mil metros de altitude sem o desgaste das vias mais técnicas. Para acessar, a taxa de entrada na portaria do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú (MoNa) fica entre R$ 16 e R$ 18 por pessoa.
- Dia 2: O desafio da Pedra do Baú
Reserve a manhã inteira para o cartão-postal da cidade. A Pedra do Baú atinge 1.950 metros de altitude e a subida pela via ferrata é de nível difícil, exigindo obrigatoriamente equipamento de segurança e acompanhamento de guia local. A atividade consome em média de 3 a 5 horas, somando subida, descida e o período no topo. Para estacionar na base, a taxa é de R$ 20 por carro — seja no Estacionamento Chico Bento ou no Restaurante Pedra do Baú (neste último, o valor costuma ser abatido com consumação). Na volta, experimente o tradicional virado de banana da região, feito à base de farinha de milho, queijo minas e banana nanica.
- Dia 3: Ana Chata e Cachoeira do Toldi
Pela manhã, faça a Trilha Ana Chata. São cerca de 4 km de percurso com nível moderado de esforço, levando ao cume de 1.670 metros. Na descida, passe na Cachoeira do Toldi, que tem uma queda d'água de mais de 20 metros e rende uma parada rápida. Se o dia coincidir com sábado ou feriado, encerre a tarde no Beer Garden da Cervejaria Bauzera, que abre apenas nessas datas.
- Dia 4: Ritmo desacelerado ou bate-volta
Com quatro dias completos, você consegue dividir melhor o esforço das trilhas (deixando um intervalo maior entre Baú e Ana Chata) ou aproveitar a proximidade de 32 km a 40 km com Campos do Jordão para um deslocamento curto sem pressa antes de pegar a estrada de volta.