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Curiosidades

Curiosidades sobre Roma

Fundada em 753 a.C. sobre sete colinas às margens do rio Tibre, Roma virou capital da Itália em 1871 e abriga mais de 900 igrejas. No cotidiano, o café no balcão custa entre 1,10 e 1,20 euros, enquanto sentar em escadarias históricas rende multas de até 400 euros.

  • Revisado editorialmente
  • 3 min de leitura
Vista aérea da arquitetura histórica de Roma com cúpulas e torres sob céu limpo
K · Pexels License

O capítulo

Fatos históricos que mudam o olhar sobre os monumentos

Entender o contexto histórico de Roma evita equívocos comuns logo nos primeiros passeios:

  • Fundação e monarquia: A cidade surgiu às margens do rio Tibre, na região do Lazio, fundada por Rômulo em 21 de abril de 753 a.C., data em que ainda se celebra o aniversário da cidade.
  • República longa: Antes do Império, o período republicano durou quase cinco séculos, de 509 a.C. a 27 a.C.
  • O mito de Júlio César: Júlio César nunca foi imperador de Roma e jamais viu o Coliseu. O primeiro imperador de fato foi Otaviano Augusto, que governou por 46 anos.
  • O Anfiteatro Flavio: O verdadeiro nome do Coliseu é Anfiteatro Flavio, inaugurado no ano 80 d.C.
  • Construções antigas menos óbvias: A Pirâmide de Caio Céstio foi concluída no ano 12 a.C., enquanto o complexo do Mercado de Trajano data de 112 d.C.
  • Capital recente: Embora milenar, a cidade só virou a capital da Itália em 1871.

Geografia, divisões e números da cidade

A estrutura urbana carrega particularidades geográficas e religiosas marcantes:

  • Sete colinas originais: O relevo histórico é formado por Aventino, Capitolino, Celio, Esquilino, Palatino, Quirinal e Viminal.
  • Um país dentro da cidade: O Vaticano, encravado no território romano, é o menor estado do mundo.
  • Mais de 900 igrejas: A cidade reúne essa quantidade expressiva de templos católicos, tendo São Pedro e São Paulo como santos padroeiros.
  • População: São cerca de 2,8 milhões de habitantes oficialmente residentes.

Regras rígidas, multas e etiqueta cotidiana

Alguns hábitos e proibições locais pegam visitantes desavisados:

  • Multas em monumentos: É proibido sentar ou tirar fotos nas escadarias de pontos históricos, como a Escadaria Espanhola e o entorno da Fontana di Trevi, sob pena de multas que chegam a 400 euros.
  • Código de vestimenta: Tanto as mais de 900 igrejas quanto o Vaticano exigem ombros e joelhos rigorosamente cobertos para permitir a entrada.
  • Café no balcão: Tomar um espresso *al banco* (em pé no balcão) custa tipicamente entre 1,10 e 1,20 euros, valor bem menor do que sentar às mesas com serviço.
  • Gorjetas: Não são obrigatórias na cidade; deixar entre 5% e 10% é considerado um gesto generoso apenas quando o serviço for muito bom.
  • Culinária clássica: As receitas tradicionais que definem as refeições romanas são o Carbonara e o Saltimbocca, além do gelato artesanal.
  • Contrastes de compras: A cidade vai do luxo da Via Condotti, focada em boutiques de alta moda, à informalidade do mercado de rua de Porta Portese.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual é a melhor época do ano para visitar Roma?

Os períodos de abril a junho e de setembro a outubro são as escolhas mais equilibradas, com clima agradável e menor fluxo de visitantes. Já os meses de verão, entre junho e agosto, costumam registrar temperaturas bastante quentes e atrações lotadas.

Que tipo de roupa é necessário usar para visitar as igrejas e o Vaticano?

É obrigatório vestir roupas que mantenham ombros e joelhos sempre cobertos para entrar nas igrejas da cidade e no Vaticano. Escolha peças adequadas para o dia do passeio para evitar que a sua entrada seja barrada.

É preciso deixar gorjeta nos restaurantes de Roma?

A gorjeta não é obrigatória nos restaurantes da cidade. Se você receber um bom serviço e desejar gratificar o atendimento, deixar de 5% a 10% do total é considerado um gesto generoso.

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Todos os assuntos deste destino, reunidos.

Fim do capítulo

O guia de Roma tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.