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Curiosidades

Curiosidades sobre Passo Fundo

O nome Passo Fundo traduz o termo indígena Goyo-En, ligado à travessia do rio por tropeiros e missionários. Capital Nacional da Literatura e Capital Estadual do Bandoneon, a cidade tem a Cuia de 1957 como símbolo oficial e sediou o governo estadual em 1964.

  • Revisado editorialmente
  • 2 min de leitura

O capítulo

Origens, nomes e passagens históricas

Entender o contexto de Passo Fundo muda a percepção da cidade durante a caminhada pelas ruas centrais. O próprio nome tem raiz literal e histórica:

  • O significado indígena e o rio: A expressão Passo Fundo é a tradução de GOYO-EN, termo dos povos indígenas Kaingang e Guaranis que habitavam o território original. A referência geográfica veio de uma passagem funda no Rio Passo Fundo, ponto de travessia constante de tropeiros e missionários jesuítas no passado.
  • Fundação e porte atual: Fundada em 1857, a cidade reúne 201.767 habitantes, o que a coloca como o 12º município mais populoso do Rio Grande do Sul. Outro dado da rotina local é que cerca de 300 jovens são incorporados anualmente ao Exército.
  • Sede de governo em 1964: Em um dos episódios mais peculiares da política estadual, a sede oficial do governo do Rio Grande do Sul foi transferida para Passo Fundo durante os dias 1º e 3 de abril de 1964.

Marcos urbanos, títulos e patrimônio

Além das fortes tradições gaúchas e do consumo do tradicional churrasco gaúcho, alguns monumentos e títulos definem a identidade do lugar:

  • Capital Nacional da Literatura: O título se reflete na realização bienal da Jornada Nacional de Literatura e no Monumento à Literatura (também chamado de Árvore das Letras), erguido em 2008 na Praça Armando Sbeghen.
  • Capital Estadual do Bandoneon: Reconhecimento oficial concedido ao município no ano de 2013.
  • A Cuia da Praça Marechal Floriano: Na Praça Marechal Floriano fica a Cuia de Passo Fundo, monumento doado em 1957 que se tornou o símbolo oficial do município.
  • Patrimônio que vira festa: O prédio conhecido como O Moinho, erguido na década de 1930 e tombado como Patrimônio Histórico, funciona atualmente como casa noturna aos sábados.
  • Cultura e ritmo das estações: A cidade reúne 5 museus, teatro e monumentos históricos. No verão, o calendário recebe festivais e eventos culturais; já no inverno, a temperatura amena acompanha a paisagem rural de campos verdes e serras no entorno.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que incluir no roteiro para conhecer a história e a cultura local?

Você pode visitar os 5 museus, o teatro e marcos da cidade, como o monumento A Cuia na Praça Marechal Floriano e a Árvore das Letras na Praça Armando Sbeghen. Reconhecida como Capital Nacional da Literatura, a cidade também organiza a Jornada Nacional de Literatura a cada dois anos.

O que fazer à noite durante a viagem?

Aos sábados, uma opção é frequentar O Moinho, um prédio tombado da década de 1930 que opera como casa noturna. Para refeições, a cidade preserva fortes tradições locais com destaque para o típico churrasco gaúcho.

Vale a pena programar a visita durante o verão?

Sim, o verão reúne vários festivais e eventos culturais ao longo da estação. Além disso, se o seu foco for a cena literária da cidade, vale verificar as datas da Jornada Nacional de Literatura, realizada a cada dois anos.

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Todos os assuntos deste destino, reunidos.

Fim do capítulo

O guia de Passo Fundo tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.