Pular para o conteúdo

Onde comer

Onde comer em Nova York

A culinária de Nova York vai de fatias de pizza de massa fina e cachorros-quentes de rua a cantinas italianas com porções fartas. A cidade também reúne cafés de brunch com frango e waffles, sanduíches de pastrami e restaurantes dentro de parques e museus.

  • Revisado editorialmente
  • 4 min de leitura
Pessoa segurando um sanduíche de pastrami em primeiro plano
Anthony Rahayel · Pexels License

O capítulo

Clássicos de rua e comida rápida

Comer bem em Nova York não depende exclusivamente de reservas caras. Grande parte da identidade culinária da cidade está nas opções rápidas de balcão e calçada:

  • Pizza em estilo nova-iorquino: servida em fatias largas com base fina e crocante, molho de tomate, queijo mussarela e especiarias. Está disponível em carrinhos de rua, lanchonetes e pizzarias dedicadas. A Rizzo's Pizza foca em opções redondas e quadradas de borda estaladiça, com sabores como americana, diavola e aumma aumma, alternativas sem glúten e veganas, além de cannoli. Já a Adrienne's Pizza Bar serve fatias na Stone St, no centro financeiro.
  • Cachorro-quente: vendido em carrinhos espalhados por pontos como o Central Park e a Times Square. A marca Nathan's Famous, criada em 1916, mantém sua loja histórica em Coney Island, onde organiza a tradicional competição de comer hot dogs todo 4 de julho. Para uma alternativa econômica no dia a dia, o Gray's Papaya serve cachorros-quentes rápidos, combos com suco de papaia e opções matinais como o sanduíche de omelete.
  • Bagels e sanduíches: o bagel com cream cheese e salmão defumado consolidou-se como café da manhã tradicional por influência da imigração judaica no fim do século XIX. Outro marco é o sanduíche de pastrami, montado em pão de centeio com carne bovina curada e defumada, mostarda, maionese, rúcula e picles ou couve fermentada.
  • Donuts: a sobremesa rápida varia entre redes tradicionais como a Krispy Kreme (em atividade desde 1937) e marcas mais recentes como a Dough Doughnuts, surgida em 2010.

Hambúrgueres e brunch

Cafés americanos tradicionais e hamburguerias formam a espinha dorsal das refeições casuais pela cidade. A receita clássica do hambúrguer local leva carne picada de vitela, queijo americano, bacon crocante, alface, tomate, cebola e picles.

  • Shake Shack: rede de fast food bastante difundida pela cidade para refeições rápidas.
  • Burger Joint: escondido no interior do hotel Le Parker Meridien, prepara hambúrgueres clássicos, batatas fritas, milk-shakes e sorvetes.
  • Amy Ruth's: parada no Harlem focada em culinária sulista e brunch, conhecida pelo Chicken & Waffles, além de costelas grelhadas, sanduíche de frango quente, camarões empanados e muffins de milho.
  • Bubby's: endereço em Tribeca focado em pratos da culinária americana para café da manhã e almoço.
  • The Grey Dog: opção informal de comida americana no West Village.

Restaurantes italianos e porções fartas

A influência italiana gerou tanto cantinas com travessas gigantes para dividir quanto restaurantes mais autorais:

  • Carmine's e Tony's di Napoli: conhecidos pelas porções fartas para grupos na região da Times Square — o Tony's também atende no Upper East Side.
  • The Meatball Shop: rede com cardápio centrado em diferentes montagens e molhos de almôndegas.
  • Carbone: casa italiana comandada por Mario Carbone, Rich Torrisi e Jeff Zalaznick, onde o jantar completo sai por cerca de US$ 90 por pessoa.
  • Bar Pitti: restaurante de perfil italiano tradicional em Manhattan.
  • Osteria Morini: cardápio com massas e preparos inspirados na região italiana de Emilia-Romagna.
  • Armani Ristorante: instalado no mesmo edifício da loja Giorgio Armani.

Alta gastronomia, parques e bairros históricos

Para refeições mais longas e menus estruturados, o cenário divide-se entre museus, parques e endereços de bairro:

  • Le Bernardin: restaurante de alta gastronomia com menu executivo de almoço fixado em US$ 90 por pessoa.
  • The Modern: localizado dentro do museu MoMA.
  • Tavern on the Green e The Loeb Boathouse: duas opções de serviço completo situadas dentro do Central Park.
  • Bryant Park Grill: restaurante situado junto ao gramado do Bryant Park.
  • Gramercy Tavern: endereço de culinária americana fundado por Danny Meyer.
  • Union Square Cafe: clássico americano reaberto em dezembro de 2016 após um ano de reformas.
  • The Standard Grill: restaurante de cozinha americana sob o The Standard Hotel.
  • Waverly Inn: situado no Greenwich Village, com salão de estilo inspirado nos bares clandestinos da época da Lei Seca.
  • Nom Wah Tea Parlor: tradicional casa de Dim Sum instalada em Chinatown.
  • Maison Premiere: opção gastronômica situada no Brooklyn.
  • Medi: restaurante localizado na 9th Ave.

Nas sobremesas e carnes clássicas da cidade, destacam-se ainda o corte bovino delmonico steak — popularizado pelo restaurante Delmonico's, extraído da parte superior da costela ou do lombo — e o autêntico cheesecake nova-iorquino, torta densa e cremosa assada à base de cream cheese, creme, açúcar e ovos.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Quanto custa uma refeição em restaurantes renomados da cidade?

Nos estabelecimentos mais sofisticados, os valores costumam começar na faixa de US$ 90 por pessoa. Esse é o valor fixado para o menu executivo de almoço no Le Bernardin e a média estimada para um jantar completo no Carbone.

Existem restaurantes para almoçar dentro do Central Park e dos museus?

Sim, dá para incluir a parada gastronômica sem desviar do passeio cultural. O Central Park abriga opções como o Tavern on the Green e o The Loeb Boat House, enquanto o museu MoMA conta com o The Modern em suas dependências.

O que comer na região da Times Square para quem busca porções grandes?

A área concentra restaurantes italianos conhecidos por pratos bem fartos, como o Carmine's e o Tony's di Napoli. Se a ideia for apenas uma refeição rápida de rua entre um passeio e outro, a região também é repleta de carrinhos de cachorro-quente.

Continue planejando

Todos os assuntos deste destino, reunidos.

Fim do capítulo

O guia de Nova York tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.