O centro histórico e a herança da borracha
Um roteiro equilibrado pela capital amazonense pede entre 4 e 5 dias para combinar a área urbana e as saídas pelo rio. A base cultural e arquitetônica gira em torno da Belle Époque e da época áurea do Ciclo da Borracha, concentrada principalmente no Centro.
- Teatro Amazonas: Inaugurado em 31 de dezembro de 1896, tem capacidade para 700 pessoas e recebe anualmente em maio o Festival Amazonas de Ópera. A visita guiada dura meia hora e custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), com entrada gratuita para amazonenses mediante comprovação. Funciona de terça a sábado das 9h às 17h (última saída às 16h) e aos domingos das 9h às 13h (última saída às 13h).
- Largo São Sebastião: Fica bem em frente ao teatro, com praça instalada em 1867 e uma coluna de pedra de seis metros de altura. É onde fica o Tacacá da Gisela, servido a partir das 16h até as 22h, e o Restaurante Caxiri, aberto até as 15h.
- Mercado Municipal Adolpho Lisboa: Datado de 1883 e reinaugurado em 2013, traz a arquitetura de ferro característica do período mercantil na beira do rio, próximo da Feira Manaus Moderna.
- Palácio Rio Negro e Casa-Museu Eduardo Ribeiro: O Palácio abre às 13h de terça a sábado, enquanto a Casa-Museu fecha mais cedo, às 14h.