Pular para o conteúdo

Curiosidades

Curiosidades sobre Campinas

A cerca de 90 km da capital, Campinas abriga a maior construção em taipa de pilão do planeta e o primeiro elevador da cidade, de 1906. O passado local reúne nomes antigos ligados ao relevo e patrimônios da cafeicultura e da imigração japonesa.

  • Revisado editorialmente
  • 2 min de leitura
Vista da cidade de Campinas com arranha-céus iluminados ao entardecer
Matheus Silva · Pexels License

O capítulo

Recordes e curiosidades históricas no centro

Quem circula pelo centro de Campinas passa por estruturas que guardam feitos arquitetônicos raros e tradições de mais de um século:

  • Catedral Metropolitana de Campinas: É a maior construção em taipa de pilão do planeta, ocupando 4 mil metros quadrados. Seu órgão de tubos veio da França em 1883, fabricado por Aristides Cavaillé-Coll. Os sinos do templo badalam diariamente desde 1883, marcando a alvorada a partir das 6h e pontuando as horas ao longo do dia.
  • Jockey Club Campineiro: O edifício guarda o primeiro elevador instalado na cidade, datado de 1906. O equipamento segue em funcionamento e perfeitamente conservado. Para conhecer o interior do prédio, é obrigatório agendar a visita previamente por telefone.
  • Mercado Municipal de Campinas: Em atividade contínua, o espaço soma mais de 100 anos de história no abastecimento e comércio local.

Geografia, proporções e origem do nome

Distante cerca de 90 km da capital paulista, a cidade surpreende pelo porte físico e pela dinâmica regional:

  • Origem do nome: A denominação surgiu a partir das características do relevo. Antes do nome atual, a localidade já foi chamada de Campinhos de Mato Grosso e Campinas do Mato Grosso. O município completou 242 anos de fundação em julho de 2016.
  • Tamanho territorial: Em área física, o município supera capitais estaduais inteiras, como Florianópolis, Cuiabá, Maceió e São Luís. Em contingente populacional, ocupa o posto de terceira maior cidade do estado de São Paulo.
  • Recursos hídricos: O subsolo e a malha urbana contam com 45 córregos que ultrapassam 130 mil metros de extensão combinada, com boa parte canalizada. Por ano, o volume de água tratada atinge 99 milhões de metros cúbicos.
  • Polo universitário: A região metropolitana concentra 43 instituições de ensino superior, o que movimenta intensamente a rotina de serviços e tecnologia.

Feiras de rua e café histórico

Para explorar a produção local e a história rural sem cair em roteiros engessados:

  • Fazenda Tozan: Propriedade histórica voltada à preservação da memória da cafeicultura e da imigração japonesa na região.
  • Feira Hippie de Campinas: Ocorre nas manhãs de sábado e domingo, reunindo bancas de artesanato, artigos de decoração, vestuário e lembranças.
  • Praça Bento Quirino: Recebe às quintas-feiras, das 9h às 15h, uma feira de arte e artesanato com barracas de quitutes típicos.

Se a ideia é caminhar pela cidade e fazer passeios ao ar livre com tempo firme, o intervalo entre abril e outubro registra menor incidência de chuvas, sendo o período mais procurado para visitação.

Continue planejando

Todos os assuntos deste destino, reunidos.

Fim do capítulo

O guia de Campinas tem o resto.

Quando ir, como chegar, onde dormir e o que fazer — na ordem em que a viagem acontece.