O Rio São Francisco dita o ritmo de Petrolina. O rio não serve apenas de cenário: ele define a divisão de estados com Juazeiro, na Bahia, e viabilizou os projetos de irrigação que transformaram o semiárido em polo produtor de frutas. No Vale do São Francisco, o ciclo da videira dura quatro meses, permitindo até duas colheitas e meia por ano.
Para quem visita, o rio concentra os principais passeios e paradas de contemplação.
As ilhas do São Francisco
Quem quer entrar na água ou passar o dia perto do rio costuma focar nas ilhas fluviais acessíveis a partir da cidade:
- Ilha do Fogo: Fica exatamente na divisa entre Pernambuco e Bahia. O acesso é feito a pé ou de carro pela Ponte Presidente Dutra, ou de caiaque saindo de Juazeiro.
- Ilha do Rodeadouro: Bastante procurada para banho, tem acesso feito por meio de pequeno barco tanto a partir da margem pernambucana quanto da baiana.
- Ilha do Massangano: Fica a 15 quilômetros do centro de Petrolina, sendo outra alternativa fluvial no curso do rio.
Orla e passeios embarcados
A Orla de Petrolina é o ponto de encontro urbano com vista aberta para o Velho Chico e para a margem baiana. Dali e de pontos de apoio partem passeios de catamarã pelo Rio São Francisco, programados principalmente no fim da tarde para acompanhar o pôr do sol na água.
Quanto tempo e quando ir
Dois dias são suficientes para conhecer as principais atrações de Petrolina, Juazeiro e os pontos acessíveis no rio.
O clima do semiárido é marcado por estiagens e períodos secos. O intervalo entre maio e outubro concentra o tempo mais seco, enquanto março é historicamente o mês com maior registro de chuvas. Para quem vem de fora da região, a chegada costuma acontecer pelo Aeroporto de Petrolina, que recebe voos diretos de São Paulo, Salvador e Recife.