Pular para o conteúdo

Museu Histórico Alderico Silva

Museu Histórico Alderico Silva

Instalado em um casarão colonial de 1892 no Setor Central, o museu reúne a memória da formação de Anápolis. A exposição conta com fotos antigas, itens pioneiros, artefatos indígenas e a primeira mesa cirúrgica da cidade, com foco documental do início do povoamento.

Fachada do Museu Histórico de Anápolis Alderico Borges de Carvalho
Lou Mendes · CC BY-SA 4.0

Sobre Museu Histórico Alderico Silva

Vale a pena visitar o Museu Histórico Alderico Borges de Carvalho?

Para quem quer entender as origens de Anápolis além dos parques e do comércio, o Museu Histórico Alderico Borges de Carvalho é a principal referência de memória local. Ele funciona em um casarão de estilo colonial construído por volta de 1892, no final do século XIX, que por si só já serve como documento da época do início do povoamento regional.

A instituição foi criada pela Portaria nº 261 de 24 de setembro de 1971, durante a gestão do então prefeito Henrique Antônio Santillo, e abriu oficialmente as portas para o público em 26 de julho de 1975. Mais tarde, o imóvel teve seu valor reconhecido formalmente ao ser tombado como patrimônio histórico e cultural do município pela Lei Municipal nº 1.824, de 3 de janeiro de 1991.

A visita atende tanto moradores quanto quem está de passagem e procura entender como o antigo arraial se transformou em município. O foco aqui é estritamente documental e histórico, sem recursos interativos ou aparatos modernos.

O acervo e o que ver no local

A exposição permanente reúne peças que contam diferentes fases da formação da cidade, misturando o cotidiano doméstico com o desenvolvimento urbano e da saúde:

  • A própria edificação colonial: a estrutura preservada de 1892 permite observar a arquitetura residencial goiana do final do século XIX.
  • Início do arraial e pioneiros: documentos e objetos que retratam as primeiras famílias e o começo da ocupação urbana.
  • Primeira mesa cirúrgica de Anápolis: peça do acervo médico pioneiro que documenta a chegada dos primeiros serviços de saúde ao município.
  • Seção de numismática: coleção com exemplares de moedas e cédulas de diferentes períodos.
  • Fotografias e jornais de época: registros visuais e publicações impressas que registram o crescimento da cidade ao longo das décadas.
  • Artefatos indígenas e religiosidade: itens que mostram a presença das populações originárias e a forte influência religiosa na constituição local.
  • Animais: elementos taxidermizados ou registros biológicos integrados ao conjunto histórico.

Como chegar e informações práticas

O museu fica no Setor Central de Anápolis, com acesso simples para quem já está circulando pela região central da cidade.

  • Endereço: Rua Coronel Batista, número 323, Setor Central, Anápolis/GO.
  • Telefone: (62) 3202 1193.
  • Horário: aberto para visitação durante o horário comercial.

Outros lugares em Anápolis

Cada um com página própria, com o que esperar e de onde veio a informação.

  • 01

    Rio das Antas

    Com 27 quilômetros de extensão, o Rio das Antas corta a mancha urbana de Anápolis e marca o ponto onde o município nasceu em 1870. O curso d'água serve como eixo histórico e geográfico na cidade, passando por espaços públicos como o Parque Onofre Quinan.

  • 02

    Museu de Artes Plasticas de Anapolis

    Criado em 1989 no centro da cidade, o museu reúne um acervo público com mais de 700 obras de arte contemporânea. Com entrada gratuita e estrutura térrea acessível, o local funciona de segunda a sexta-feira e recebe exposições e oficinas voltadas às artes visuais.

  • 03

    Mercado Municipal de Anapolis

    Inaugurado em 1951 em estilo Art déco e tombado como patrimônio histórico, o Mercado Municipal Carlos de Pina reúne bancas de queijos, quitandas e temperos a granel. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, com pausa no atendimento entre 12h e 14h.

  • 04

    Parque das Águas

    Situado no Bairro Jundiaí, o parque de 18 mil metros quadrados reúne quatro quadras esportivas, playgrounds e academia ao ar livre. A área conta com três fontes de 151 jatos d'água multicoloridos que funcionam em apresentações de 15 minutos com horários fixos.

  • 05

    Parque Onofre Quinan

    Com 93 mil metros quadrados próximos ao centro de Anápolis, o Parque Onofre Quinan tem um terço de mata nativa. O local reúne pistas de caminhada, trilhas ecológicas, quadras, playground e um lago formado pelo Córrego das Antas com pequena cachoeira.

  • 06

    Parque da Cidade

    O Parque da Cidade oferece ciclovia, pistas planas para caminhada e gramados sombreados junto ao lago para piqueniques. Localizado no setor sul de Anápolis, o espaço público recebe eventos comunitários, feiras e campeonatos de balonismo ao longo do ano.

  • 07

    Parque Ambiental da Matinha

    Localizado no bairro Maracanã, o parque tem 50 mil m², sendo 70% de mata nativa preservada e o restante voltado ao lazer. A estrutura pública reúne pistas de caminhada e ciclismo, quadras esportivas, parquinhos, lago com deck e mirante em Anápolis.

  • 08

    Parque Ipiranga

    Localizado no bairro Jundiaí, o Parque Ambiental Ipiranga ocupa 45 mil m² com vegetação nativa. O local oferece pistas separadas de caminhada e ciclismo, dois lagos e mirante. Aos sábados, o teatro de arena recebe a Feira das Águas das 16h às 22h.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que dá para ver na exposição do museu?

O acervo reúne itens sobre os pioneiros e o início do arraial, além de fotografias, jornais históricos, artefatos indígenas e uma seção de numismática. A visita também inclui a primeira mesa cirúrgica da cidade e aspectos da própria arquitetura colonial do imóvel, erguido por volta de 1892.

Qual é o horário de funcionamento para organizar o passeio?

O museu fica aberto para visitas públicas em horário comercial na Rua Coronel Batista, no Setor Central. Para confirmar detalhes ou tirar dúvidas antes de ir, o telefone de contato é (62) 3202 1193.

Vale a pena incluir o espaço em um roteiro histórico pela cidade?

O museu funciona como espaço de referência para a memória e o patrimônio local, atendendo tanto a comunidade quanto turistas. Além do acervo histórico, o próprio prédio é tombado como patrimônio municipal e representa a arquitetura colonial do final do século XIX.

Continue planejando

Todos os assuntos deste destino, reunidos.