Vale a pena parar na Fonte Judith?
A visita à Fonte Judith é rápida e funciona basicamente como uma parada curta para quem já está explorando o bairro do Alto. Não é um passeio de meio período: você gasta poucos minutos para ver a fachada histórica, observar a estrutura e, se for o caso, coletar água.
Construída originalmente em 1920 pelo pedreiro Manoel Guedes da Costa, a estrutura passou por uma remodelação completa em julho de 1967, conduzida por Arnaldo Guinle. Foi nessa reforma que o ponto ganhou a estética colonial que mantém até hoje, marcada pelo acabamento com azulejos portugueses e pelas cinco saídas d'água esculpidas em formato de faunos.
A água e as propriedades terapêuticas
A grande curiosidade histórica em torno da fonte vem da composição mineral da sua água natural. Atribui-se a ela um efeito terapêutico devido à presença de radônio, elemento que também é aplicado na radioterapia.
Em relação ao consumo, é preciso ter atenção:
- Consumo e potabilidade: a água mineral fica liberada diretamente nas bicas, mas os testes de qualidade apresentam variações ao longo do tempo. Enquanto a análise mais recente da prefeitura classificou a água como própria para consumo, outros laudos recentes apontaram o recurso como impróprio. Fique atento às placas informativas afixadas na estrutura no momento da visita.
- Tempo de permanência: o tempo gasto no local raramente passa de 10 a 15 minutos.
Informações práticas para a visita
- Endereço: Rua Dona Olga de Oliveira, 90 (também referenciada como Rua Olga de Oliveira), bairro do Alto.
- Horário: a visitação é permanente, ficando acessível ao público a qualquer hora do dia.
- Estacionamento: existe uma área para parar carros logo em frente à fonte, facilitando a parada rápida de quem se desloca pelo bairro.